
(Big Bang em Prosa) Na maior máquina já criado pelo ser humano, na fronteira entre França e Suíça, fica o local de trabalho do amazonense Alberto Santoro. Ele lidera um grupo de brasileiros no Grande Colisor de Hádrons - da sigla em inglês LHC, Large Hadron Collider.
A estrutura do LHC trata-se de um túnel de 27 quilômetros de extensão, 175 metros abaixo da terra. Lá milhões hádrons (partículas que interagem com as forças nucleares) se chocam a velocidades bem próximas à da luz: 300 mil quilômetros por segundo. O evento simula o Big Bang, em menores proporções.
O físico Alberto Santoro atendeu ao pedido do Big Bang em prosa e falou conosco por email, direto do CERN (Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (do francês Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire). Santoro explica como funciona o LHC e como sua aplicação pode trazer benefícios à humanidade.
Perguntamos também sobre o bólson de Higgs, a partícula fundamental que teria dado origem à massa de todo o Universo, numa fração de bilionésimos de segundos após ao Big Bang.
Com a palavra, o caçador de partículas.
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