11 de dez de 2017

Videocast "Céu da Semana" - 11 a 17 de dezembro de 2017

Mensageiro Sideral - Carl Sagan mistura a paixão pelo conhecimento a um alerta à humanidade

XXII Escola em Dinâmica Orbital e Planetologia - Guaratinguetá/SP


Estão abertas as inscrições da XXII Escola em Dinâmica Orbital e Planetologia.

A escola é organizada pelo Grupo de Dinâmica Orbital & Planetologia da UNESP e será realizada no período de 19 a 23 de fevereiro de 2018 na UNESP no campus de Guaratinguetá/SP.

A Escola visa difundir e divulgar conceitos básicos e temas atuais em Dinâmica Orbital e Planetologia para graduandos e graduados na área de ciências exatas e engenharia, e professores do ensino fundamental e médio.

Na XXII Escola de Verão constará dois mini-cursos (Mecânica Celeste e Astronomia Fundamental) e um conjunto de palestras, além de aulas práticas. e observação com telescópio. Entre os tópicos das palestras teremos: anéis, asteroides, cometas, dinâmica orbital, planetas extrasolares, satélites, sistema solar, veículos espaciais, vida extraterrestre. Teremos também uma noite de reconhecimento do céu e observação com telescópio.

As aulas serão ministradas nos períodos da manhã e tarde todos os dias.

Certificado de conclusão é fornecido a todos que tiverem 75% de presença.

Inscrições podem ser realizada de 01 de novembro a 23 de dezembro de 2017. É cobrada uma taxa de inscrição no valor de R$71,00, feita através de depósito bancário.

Informações e inscrição através do site: http://www.feg.unesp.br/evdop ou pelo email: evdop@feg.unesp.br

8 de dez de 2017

Exposição: Uma viagem no tempo e no espaço - Rio de Janeiro/RJ


Mais informações AQUI (Facebook)

Nasa divulga vídeo acelerado com o 'mais completo retrato global da vida na Terra'

(BBC) Por 20 anos, satélites da Nasa, agência especial americana, filmaram a vida na Terra. As imagens, segundo cientistas, formam a "mais completa fotografia" do nosso planeta.

“O que estamos tentando aprender aqui não é só a existência e distribuição de padrões de vida na Terra, mas como todo o ecossistema se conecta. Então, não é só uma observação do oceano, não é só uma observação do solo, não é só uma observação da atmosfera, é observar todas essas coisas juntas", diz Jeremy Werdell, oceanógrafo da Nasa.

As imagens retratam a mudança climática. Dá para ver, por exemplo, a mudança no volume de neve ao longo dos anos, e uma alteração na cor do oceano causada por um conjunto de plantas marinhas chamado fitoplâncton.

“Uma das coisas interessantes que estamos vendo é que, se você olhar para esses desertos (no meio o mar) ali... A área desse roxo está começando a ficar maior e maior com o tempo, e isso é consistente com nosso entendimento de um planeta mais quente”, diz Werdell.

O registro das mudanças na Terra pode ajudar até na busca por vida em outros planetas, garantem os cientistas.

“Esse é o único lugar onde pode ser estudada a conexão entre nossa vida, a vida das plantas, a vida dos animais, no ecossistema ao redor. Então, ao fazer isso, nós conseguimos compreender melhor como essas conexões são feitas, o que tornará bem mais eficiente a procura por vida em outros planetas”, afirma o oceanógrafo.

A Nasa diz que o projeto está só começando - a agência acaba de lançar um novo satélite, que continuará a "ficar de olho" no nosso ecossistema.

7 de dez de 2017

Relatório SEDA/LIADA Brasil de atividades astronômicas - edição 2017



Caros membros de clubes, grupos de Astronomia, planetários e observatórios:

Como foram suas atividades de 2017?

A Liga Iberoamericana de Astronomia (LIADA), através de sua Seção de Ensino e Difusão de Astronomia (SEDA) produz anualmente um relatório de atividades dos clubes, grupos, planetários e observatórios de seus países membros. Esse reporte torna-se uma poderosa ferramenta de divulgação de sua instituição.

Preencha o formulário disponível no link abaixo até 15 de FEVEREIRO de 2018. Qualquer instituição astronômica do Brasil poderá preencher GRATUITAMENTE!

O que a sua instituição ganha com isso? Ela ganhará projeção e divulgação nas comunidades astronômicas de 26 (vinte e seis) países membros da LIADA, sendo opção para futuras parcerias e intercâmbios.

FORMULÁRIO:
https://tinyurl.com/LIADA2017

Edições anteriores:
https://sites.google.com/site/eduliada/seda-brasil

O que vem por aí em 2018:
https://tinyurl.com/ASTROEVENTO2018

6 de dez de 2017

Com a mente na Lua e nos planetas

Aos 7 anos, o primeiro brasileiro a ganhar um prêmio da Nasa dá palestras em escolas públicas para incentivar mais crianças a levarem os estudos a sério


(Isto É) Aos 5 anos, João Paulo Guerra Barrera começou a contar para os pais uma história de três amigos que viajavam para o espaço. Foi incentivado a colocar a história no papel — naquela idade, ele já era alfabetizado em português e inglês. Surgiu a ideia de um livro para guardar de recordação, “No Mundo da Lua e dos Planetas”. João Paulo também criou um game baseado no livro, com direito a uma estação espacial. Algum tempo depois, o que parecia uma brincadeira deu ao garoto o título de primeiro brasileiro a ganhar o prêmio de mérito literário no Ames Space Settlement Contest, um concurso da Nasa, a agência espacial americana. “Ele sempre teve muita curiosidade e nossa tentativa é de estimular a vontade dele de aprender”, diz a mãe, Margarida. Depois disso, o jovem gênio se animou. Começou a dar palestras em escolas públicas, está escrevendo um segundo livro e desenvolvendo um drone. O projeto não se limita a ser mais um veículo não tripulado. Ele será destinado a recolher lixo espacial. “Minha missão é fazer as crianças gostarem de ler, estudar e proteger o planeta Terra”, diz o pequeno, com a autoridade de quem tem a cabeça no espaço e os pés no chão.

Pneu de bicicleta
Enquanto desenha em uma lousa os drones e a rede que recolherá o lixo no espaço, João Paulo explica sua ideia e deixa transparecer a naturalidade com que lida com o tema. “Existe muito lixo espacial, mais de 30 mil peças. São objetos, pedaços de foguetes e de satélites”, diz. Se um desses itens colide, uma explosão pode causar danos irreparáveis. Evitar futuros problemas com acidentes espaciais é uma ideia de adulto, mas João Paulo demonstra seu plano com traços pueris, típicos de uma criança de 7 anos. “Não parece um pneu de bicicleta?”, questiona, e emenda antecipando o conteúdo de seu novo livro: “Vou falar sobre três crianças que moram aqui. Será uma estação espacial gigantesca.”

“Minha missão é fazer as crianças gostarem de ler, estudar e proteger o planeta Terra”

Em 2018, ele entra para o 4º ano do Ensino Fundamental, praticamente dois anos antes da média. “Gostaríamos de matriculá-lo em uma instituição com acompanhamento mais específico”, diz a mãe. O impeditivo são os custos. “Temos limitações financeiras, mas bancamos toda a viagem para receber o prêmio nos EUA”, diz o pai, Ricardo. “Fico imaginando quantos milhares de crianças como o João Paulo devem existir no Brasil mas não têm o menor incentivo”. Atualmente, o País ainda registra 430 mil crianças entre 6 e 14 anos fora da escola. É apenas 1,5% de todos os jovens nessa faixa etária, mas ainda assim preocupa.

Em uma nação onde as crianças não têm nem o essencial, o estímulo para desenvolverem seus talentos específicos é quase inexistente. A história de João Paulo mostra a urgente necessidade de investir nos pequenos, que podem demonstrar capacidades e conhecimentos sobre um tema e nele vislumbrar um futuro brilhante.

4 de dez de 2017

Observação de Meteoros - Dezembro de 2017

(LIADA - em espanhol)

CAMPAÑA PARA LA OBSERVACIÓN DE METEOROS SECCIÓN MATERIA INTERPLANETARIA LIGA IBEROAMERICANA DE ASTRONOMÍA

DICIEMBRE 2017

LAS GEMÍNIDAS
Una de las lluvias de meteoros más activas del año son las Gemínidas, visibles en la constelación zodiacal Géminis antes y después de la medianoche del 7 al 17 de diciembre, siendo su máxima actividad en fecha 14, que es cuando se podrían observar hasta 120 meteoros por hora en condiciones favorables.

Las Gemínidas son un espectáculo de los cielos del sur. Las primeras "Gemínidas" fueron vistas en 1862. Las lluvias de meteoros resultan de fragmentos desprendidos de un cometa cuando éste pasa cerca del Sol y quedan en el espacio siguiendo la trayectoria del propio cometa. Luego, cuando la Tierra cruza la zona en que se encuentran estos restos, muchos de ellos penetran en la atmósfera convirtiéndose en lo que popularmente llamamos “estrellas fugaces”.

Los astrónomos trataron de localizar al cometa responsable, pero la búsqueda resultó infructuosa durante más de un siglo hasta que en el año 1983, el Satélite Infrarrojo de Astronomía de la NASA (IRAS por sus siglas en inglés) detectó un cuerpo de varios kilómetros de diámetro que se movía en la misma órbita que las "Gemínidas". Los científicos lo llamaron 3200 Phaetón. El asteroide 1983 TB Phaeton es el cuerpo que da origen a esta lluvia, asteroide que posee todas las características de ser un núcleo cometario extinto.

Debido a las perturbaciones del planeta Júpiter sobre el año 2010 el enjambre dejó de interceptar la órbita terrestre, por lo que el núcleo del enjambre mucho más denso y que proporciona las altas tasas horarias mencionadas dejará de observarse sobre el año 2020. Esta es una prueba que demuestra que los cometas periódicos al quedar inactivos, se asemejan a núcleos asteroidales como el 1983 TB Phaeton que está catalogado como uno que roza la órbita de la Tierra, a una distancia sólo 8 veces mayor que la de la Luna.





LLUVIAS MENORES DE METEOROS EN DICIEMBRE

Existen las denominadas lluvias menores de meteoros, y en diciembre hay una importante cantidad de ellas y a modo de información las mencionamos:

Las Chi Oriónidas Norte y Sur (XOR) en la constelación Orión que son dos ramas de una corriente meteórica de escasa actividad, se prolongan del 26 de noviembre al 15 de diciembre siendo su máximo el 2 de diciembre que raramente supera los 3 meteoros por hora, pero que suelen ser bólidos con estelas muy persistentes.

El complejo de las Púpidas-Vélidas en las constelaciones Popa y Vela constituyen un entramado de radiantes que proporcionan 10 meteoros por hora la fecha del máximo que es el 7 de diciembre, la lluvia se activa entre el 1 al 15 de diciembre.

Las Phoenícidas (PHO) en la constelación Phoenix o Fénix es otro radiante que suele tener incrementos de actividad inesperados como lo ocurrido en 1956 con 100 meteoros por hora. Su actividad se da del 28 de noviembre al 9 de diciembre. Está relacionado al cometa Blanpain, y todos los años ha proporcionado unos 5 meteoros por hora su fecha de máxima actividad que es el 6 de diciembre.

Las Monocerótidas (MON) todos los años con no más de 3 meteoros por hora con algunos bólidos asociados, del 27 de noviembre al 17 de diciembre con su máximo en fecha 9. Este radiante está relacionado al cometa Mellish 1917.

Las Sigma Hídridas (HYD) es otro radiante medianamente activo en diciembre con 2 a 5 meteoros por hora la fecha del máximo que es el 12 de diciembre, la lluvia se prolonga del 3 al 15 de diciembre. Son meteoros rápidos y con estelas persistentes.

Una corriente muy activa en el Hemisferio Norte son las Coma Berenícidas (COM) en la constelación Coma Berenices o Cabellera de Berenice, que tiene un máximo de 10 meteoros por hora el 22 de diciembre, aunque su actividad se mantiene entre el 12 de diciembre y el 23 de enero. Presenta meteoros rápidos y con estelas, que están emparentados con el cometa Lowe 1913, las primeras detecciones de este radiante las realizaron miembros de la Sociedad de observadores de meteoros y cometas de España (SOMYCE) junto a otros grupos de Europa a mediados de la década de 1980.

Para concluir el año tenemos a las Úrsidas (URS) en la constelación de la Osa Mayor también para el hemisferio norte: un radiante redescubierto por miembros de SOMYCE el año 1986, pudiendo observar 110 meteoros por hora en el máximo el 22 de diciembre de ese año, estallido que luego bajó los siguientes años hasta llegar en la actualidad a cerca a 10 meteoros por hora. Su actividad se extiende del 17 al 26 de diciembre.

Estamos a su disposición para cualquier consulta. Esperamos reportes

Cielos Claros para todos.

Pável Balderas Espinoza pavelba@hotmail.com
Coordinador General
Sección Materia Interplanetaria
Liga Iberoamericana de Astronomía
Tarija-Bolivia

Dr. Josep M. Trigo trigo@ieec.uab.es
Co-Coordinador
Sección Materia Interplanetaria
Liga Iberoamericana de Astronomía
Barcelona-España