23 de fev de 2017

Eclipse Solar será visto parcialmente no Brasil no próximo domingo

(Target) No próximo domingo, dia 26 de fevereiro, ocorrerá um eclipse anular do Sol. O eclipse será visto como parcial na parte sul da América do Sul, no oceano Atlântico, parte extremo oeste da África e Antártida. Assim, grande parte do Brasil, incluindo toda a região sul, sudeste, grande parte do nordeste e centro-oeste, poderá ver o eclipse como parcial, entre 11h e 12h30, horário de Brasília. O fenômeno será visto como anular numa estreita faixa que passa pelo sul do Chile e da Argentina, oceano Pacífico, oceano Atlântico e sul da África.

A observação somente pode ser feita com instrumentos especiais usados por astrônomos ou com técnica de projeção. Nunca se deve olhar diretamente para sol nem mesmo com o uso de filme de raio-x, óculos escuros ou outro material caseiro. A exposição, mesmo de poucos segundos, danifica o olho de modo irreversível.

Ainda este ano, em 21 de agosto, haverá eclipse total do Sol. Esse fenômeno, porém, será visto no Brasil como parcial, somente na região nordeste, próximo do horário do por do Sol.

Em 14 de dezembro de 2020, haverá um eclipse parcial do Sol que terá também visibilidade em grande área do Brasil.

No site da Agência Espacial Americana (https://eclipse.gsfc.nasa.gov/SEanimate/SEanimate2001/SE2017Feb26A.GIF), está disponível uma animação da visibilidade do eclipse. O horário exposto é de Greenwich. Para saber a hora em Brasília, deve-se subtrair 3 horas.

Confira abaixo a entrevista com a pesquisadora Josina Nascimento, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional.

O que é um eclipse?
Um eclipse ocorre sempre que um corpo entra na sombra de outro.

O que é o eclipse do Sol?
É um eclipse que ocorre quando a Lua está alinhada com o Sol e a Terra, e está entre a Terra e o Sol, ou seja, um eclipse do Sol somente vai ocorrer quando for Lua Nova. O disco aparente do Sol e da Lua são quase do mesmo tamanho, por uma linda coincidência. Se o eclipse do Sol ocorre de forma que o disco inteiro seja visto atrás da Lua, é eclipse total e caso contrário é parcial.
O eclipse anular vai ocorrer quando o disco inteiro do Sol é visto atrás da Lua e o disco da Lua está menor. Isso acontece quando o eclipse ocorre com a Lua próxima do seu apogeu, ou seja, próxima do ponto da órbita da Lua em que fica mais distante da Terra. Tal como no eclipse total, somente uma estreita faixa da Terra verá o eclipse como anular e em outras localidades será visto como parcial.

Como fazer uma observação segura?
Nunca se deve olhar diretamente para o Sol, em hipótese alguma. Também não se deve usar filme de raio-x ou óculos escuros ou qualquer outro material caseiro. Qualquer exposição acima de 15 segundos danifica o olho para sempre. Somente com filtros solares especiais para o uso de astronomia podemos olhar para o sol, ou com técnica de projeção.

Neste link é possível pesquisador como fazer uma observação segura: http://www.geocities.ws/naelton/eclipse.htm
Também é possível acompanhar o eclipse ao vivo pela internet neste endereço: http://www.geocities.ws/naelton/eclipse.htm

Observação do eclipse parcial do Sol em Videira/SC


Observação do eclipse parcial do Sol em Juazeiro/BA


Observação do eclipse parcial do Sol em Maceió/AL


Que tal receber o Ciência Móvel em sua cidade?


O museu itinerante do Museu da Vida, Ciência Móvel, está com a agenda pronta para receber pedidos de visitas de municípios da região Sudeste para 2017! Em dez anos de estrada, as ações do caminhão da ciência já beneficiaram cerca de 750 mil pessoas em mais de 90 cidades da região Sudeste.

Se você trabalha ou conhece algum profissional ligado a prefeituras, secretarias e/ou instituições que querem receber o Ciência Móvel, leia as informações no documento sobre a Contrapartida dos Municípios para entender o que é preciso disponibilizar para viabilizar a viagem. A equipe do Ciência Móvel também aguarda o seu contato pelo e-mail cienciamovel@coc.fiocruz.br.

Os equipamentos são levados dentro do caminhão da ciência, que chega à cidade com jogos, aparatos interativos e de multimídia, oficinas e outras atividades. Para conhecer essas atividades, acesse a lista completa aqui. Confira, também, algumas fotos de viagens realizadas em anos anteriores.

Queremos construir outros dez anos de Ciência Móvel com você! Venha conversar com a gente e compartilhe essa notícia!

22 de fev de 2017

Astro Girl - Eclipse solar 2017 no Brasil - VIDEO

Observação do eclipse parcial do Sol em Maceió/AL


Maiores informações AQUI

Curso de Astronomia - Taubaté/SP


Escola do Sesi de Dourados desenvolve projeto sobre corrida espacial


(FIEMS) Como parte do Projeto Corrida Espacial, desenvolvido pela Escola do Sesi de Dourados, os alunos da 1ª série do Ensino Médio participaram de uma palestra sobre “Corrida Espacial e Astronomia - A Conquista do Espaço” realizada pelo professor e astrônomo amador Douglas Bortolanza. A intenção foi proporcionar a ampliação do conhecimento e apontar as dificuldades apresentadas, direcionando o que o aluno precisa intensificar e qual conteúdo está em defasagem.

Segundo o professor Wesley Sarati, que lecionada a disciplina de Física na Escola do Sesi de Dourados e é o articulador e responsável pelo projeto, a intenção é entender o contexto histórico da corrida espacial, como forma de compreensão da conquista do espaço. Além disso, de acordo com ele, o Projeto Corrida Espacial busca compreender a construção da ciência e a evolução tecnológica a partir da segunda metade do século XX.

“O Projeto teve início na semana passada com essa palestra do professor Douglas Bortolanza, mas, a partir de agora, toda terça-feira teremos atividade relacionadas ao tema e será finalizado no dia 1º de abril com a visita ao planetário de Londrina (PR)”, informou Wesley Sarati, completando que o Projeto é totalmente interdisciplinar e foi construído em parceria com todos professores do Ensino Médio, proporcionando aos alunos um ensino diferenciado e descentralizado.

“Esse é o objetivo das escolas do Sesi, proporcionar conhecimentos além da sala de aula, conhecimentos que os alunos levarão para a vida”, reforçou a coordenadora pedagógica da Escola do Sesi de Dourados, Sueli Matos. “É gratificante dar uma palestra e sentir os alunos envolvidos com o tema. Agradeço a Escola do Sesi de Dourados pela oportunidade de compartilhar o conhecimento e falar de temas que sou apaixonado: História, Ciência, Astronomia e Física”, declarou Douglas Bortolanza.

Já a estudante Anielly Ferreira, aluna da 1ª série do Ensino Médio da Escola do Sesi de Dourados, a palestra foi muito esclarecedora. “Gostei muito, pois o professor nos transmitiu muito conhecimento do espaço e tirou todas as dúvidas com muita atenção e clareza. Essa palestra me ajudou na faculdade que quero fazer, que é Astrofísica”, avisou.

Ora, direis: para que ver astros?


(Conexão UFRJ) O Observatório do Valongo, que completou 135 anos em 2016, representa um tesouro da importante e ainda não tão valorizada Astronomia nacional.

Localizado no topo do Morro da Conceição, centro da cidade do Rio de Janeiro, é uma unidade acadêmica vinculada ao Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN) da UFRJ.

O local é utilizado atualmente como sede dos cursos de graduação e de pós-graduação em Astronomia e acomoda em seu interior um importante acervo histórico de materiais e pesquisas astronômicas.

Pesquisas desenvolvidas em território nacional
Segundo Helio Jaques Rocha-Pinto, diretor do Observatório, muitas descobertas importantes são feitas dentro do território nacional e não recebem por parte da mídia do país o reconhecimento merecido.

Para ele, existe uma tendência já sedimentada nos meios de comunicação tradicionais de só dar atenção à Ciência quando se vê um “burburinho” nos meios de comunicação internacionais.