22/07/2014

Curso de Formação Semipresencial em Astronomia CED/UFC - 2a. oferta



Abertas inscrições para a 2ª oferta do Curso de Formação Semipresencial em Astronomia CED/UFC.
Público-alvo:

- Professores da Educação Básica
- Alunos do Ensino Médio

http://www2.virtual.ufc.br/portal2/index.php/curso/extensao/astronomia

Revista AstroNova - edição nr. 03 - AGO-2014


Publicação do Clube de Astronomia Edmond Halley. Clique na imagem acima para acessar.

Queda de meteorito no Marrocos provoca corrida de "caçadores"

Em alguns casos, valor de mercado de pedaços do suposto meteorito é superior ao ouro

(Efe/R7) Um suposto meteorito que caiu na quarta-feira (16) passada no sudeste do Marrocos tem atraído centenas de pessoas a região de Tata, para tentar obter fragmentos que possam ser vendidos posteriormente. A identificação do fragmento está praticamente confirmada por analistas do Clube de Astronomia da Universidade Ibn Zhor, de Aghadir, informou neste sábado o jornal Le Matin, que lembra serem frequentes os impactos de meteoritos no país.

A ocorrência aconteceu na região conhecida como Fum Lahcen, na zona desértica no sul de Tata, muito perto da fronteira com a Argélia.

A queda aconteceu na noite de quarta-feira. Aldeões relataram terem avistado uma bola de cor entre azul e laranja, que pouco antes de se chocar contra o solo, se transformou em vermelha.

O impacto provocou um leve movimento sísmico e tremores puderam ser sentidos a 80 quilômetros do local. "Pouco depois da queda, centenas de pessoas chegaram ao local em busca de fragmentos espalhados após o choque", aponta o jornal. O Le Matin revela ainda que nômades e "caçadores de meteoritos" acharam até 3 quilos de fragmentos.

Aparentemente, a população local não desconhece o valor de mercado de pedaços do meteorito, que em alguns casos é superior ao do ouro.

Um pedaço de 22 gramas chegou as mãos dos pesquisadores do Clube de Astronomia de Aghadir, que apontou se tratar de um meteorito basáltico, proveniente da cintura de asteroides Vesta, entre Marte e Júpiter.

Abderrahman Ibhi, presidente da entidade, não descarta que o meteorito pssa ser um fragmento do próprio planeta Marte, e poderia ser considerado um artigo "muito raro".
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Matérias similares no UOL e Yahoo

Seminario Tratamento de Imagens Astronômicas (ES)


Muitos já viram aquelas belas imagens astronômicas fechando algum telejornal ou na internet. No entanto, estas imagens estão loge de corresponder o que observamos num detector astronômico (CCD) ou mesmo numa câmera digital doméstica.

Mostraremos como obter uma imagem final corrigida dos efeitos atmosféricos, da sensibilidade pixel-a-pixel do CCD, ruídos, entre outras.

Se o tempo estiver limpo, após teremos observação do céu.

Data: 22/07/2014, Terça-feira
Horário: 19h
Local: sala 8, IC1-UFES
Palestrante: Marcio Malacarne

CERN faz 60 anos

Convenção entrou em vigor em 1954


(Ciência Hoje - Portugal) O CERN e a UNESCO estão a comemorar a assinatura da Convenção CERN, na sede da UNESCO em Paris, comemorando assim 60 anos de ciência para a paz. A Convenção, que levou à criação da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, em 1954, foi assinada em 1 de Julho de 1953, em Paris, sob os auspícios da UNESCO, por doze Estados-Membros fundadores. A Convenção entrou em vigor em 29 de setembro 1954, a data oficial da fundação do Laboratório. O CERN foi criado com o objectivo de relançar a investigação fundamental na Europa, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial e 60 anos depois tornou-se um dos exemplos mais bem sucedidos do mundo da colaboração científica. Durante 60 anos, o CERN reuniu cientistas de todo o mundo e tem provido a sociedade com numerosos benefícios através da investigação, inovação e educação.

"A filosofia de abertura e transparência do CERN é expressa na sua Convenção", enfatiza Rolf Heuer, diretor-geral do CERN. "Os compromissos do CERN, como previsto no texto, para realizar a pesquisa puramente fundamental e para fazer todo o seu trabalho público, deram uma contribuição importante para a atractividade do Laboratório". Esses compromissos têm assegurado a colaboração pacífica entre cientistas de todos os países.

"À luz dos muitos sucessos que definiram a história do CERN, é um grande motivo de orgulho para a UNESCO ter contribuído para a criação da Organização. A iniciativa demonstra que a cooperação científica internacional, que está no centro do mandato da UNESCO, é essencial e deve ser reforçada em todo o mundo para permitir a construção do futuro do CERN", disse a directora-geral da UNESCO, Irina Bokova.

A base do CERN começou no final dos anos 40 quando os cientistas europeus se comprometeram a travar o declínio da ciência fundamental na Europa. O continente tinha sido consideravelmente enfraquecido pela Segunda Guerra Mundial e tinha perdido o seu papel de liderança na investigação fundamental. Muitos cientistas tinham fugido para os Estados Unidos, onde equipamentos cada vez mais sofisticados e caros para o estudo de física fundamental estavam a ser construídos, com a União Soviética não muito atrás. Esses aceleradores de partículas estavam completamente fora do alcance de qualquer país europeu , por isso a cooperação era uma ferramenta indispensável para a Europa conter o declínio da investigação fundamental e da fuga de cérebros.

Após discussões iniciais entre os cientistas no final de 1940 e as primeiras declarações oficiais incentivando a cooperação científica na Europa no início da década de 50, a UNESCO desempenhou um papel vital na criação do Laboratório. Um dos mandatos da recém-criada Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência ea Cultura foi "para incentivar a criação de laboratórios científicos regionais", por isso convinha que o CERN fosse criado sob os seus auspícios. O eminente físico Pierre Auger, que era o director de Ciências Naturais da UNESCO, na época, era uma força motriz nas negociações que levaram à criação do Laboratório.

A partir de 1950, a UNESCO organizou várias conferências principais, durante os quais a criação de um grande laboratório de física nuclear foi discutido. Em Dezembro de 1951, foi adoptada a primeira resolução para fundar um Conselho Europeu de Investigação Nuclear . O conselho provisório criado algumas semanas mais tarde estabeleceu a Convenção para a criação do futuro Laboratório. Após longas negociações sobre os detalhes, a Convenção foi finalmente aprovada em 1 de Julho de 1953, em Paris.
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Matéria com vídeo aqui

Observando o céu: 20 a 26/07/2014



Feira de ciências UFMG Jovem recebe trabalhos de alunos e professores até o fim de setembro

Os melhores trabalhos serão premiados com bolsas de iniciação científica, certificados ou placas de menção honrosa

(JC) A feira de ciências UFMG Jovem, que será realizada nos dias 29, 30 e 31 de outubro, no campus Pampulha, recebe inscrições de trabalhos até 22 de setembro. Para participar, os interessados devem preencher ficha de inscrição disponível no edital do evento e enviá-la para o endereço ddc-conhecimentoparatodos@proex.ufmg.br, ou pelos Correios (para Biblioteca Central, sala 405, Avenida Antônio Carlos, 6.627, Pampulha, Belo Horizonte - CEP 31.270-901).

A feira, que promove intercâmbio da produção científica e cultural de escolas mineiras, terá tema livre em sua 15ª edição. Cerca de 50 trabalhos técnico-científicos da educação básica estarão na mostra, e a lista com os selecionados será divulgada na página da DDC até 29 de setembro. Os melhores trabalhos serão premiados com bolsas de iniciação científica, certificados ou placas de menção honrosa.

Os gastos com transporte e hospedagem durante o evento serão de responsabilidade do participante. Outras informações podem ser obtidas no próprio edital e também pelos telefones (31) 3409-4427 e 3409-4428, da Diretoria de Divulgação Científica da Pró-reitoria de Extensão (DDC/Proex), que organiza a UFMG Jovem.

21/07/2014

Ciência e Astronomia - Hangout de Sábado (19/07/14)

Arapiraca terá primeiro curso de Planetários do Brasil em agosto

(Aqui Acontece) Desde os primórdios, o homem tenta entender o universo e olha para o céu, procurando respostas, sempre em busca de conhecimento. Entre os dias 25 e 28 deste mês de agosto, a cidade Arapiraca receberá o primeiro curso de planetários digitais do Brasil.

O evento tratará do manuseio e criação de conteúdo no Planetário Digital e Casa da Ciência, no Lago da Perucaba, bairro de Zélia Barbosa Rocha, o maior em tecnologia digital do país. As aulas serão ministradas pelo astrofísico espanhol Raul Morales, direcionadas para professores, astrônomos e interessados a conhecer a fundo os recursos do equipamento local.

Segundo Janice Gomes, diretora do Planetário, esta capacitação será um ótimo ensejo para profissionais se aprimorarem ainda mais e para que a ciência esteja cada vez mais aliada à tecnologia na sala de aula.

“Nossa cidade é a primeira do Nordeste a utilizar este tipo de equipamentos na Rede Municipal de Ensino, onde há a possibilidade ainda de confecção de brinquedos científicos com os alunos. É possível também visualizar mais de 100 mil estrelas, constelações e cometas”, diz ela. O curso será promovido pela fornecedora exclusiva do Planetário no país, a Hiperlab.

Para que a realização do curso inédito fosse possível, o município de Arapiraca, através da Secretaria Municipal de Educação, colocou à disposição o Planetário e Casa da Ciência (arapiraca.al.gov.br/planetario/), espaço que conta com auditório, hall para exposições, cantina e banheiros, além da cúpula do planetário e ainda colaborou com a organização e logística do curso.

"A cidade recebeu o evento de braços abertos, reafirmando seu pioneirismo e compromisso com a Popularização de Educação e Tecnologia no país”, afirma o diretor da Hiperlab, André Parreira.

Curso
O responsável pelas atividades é o astrofísico espanhol Raul Morales, membro da equipe internacional de desenvolvimento do software de simulação astronômica Nightshade, utilizado nos planetários modelo Digitarium. Ele abordará temas que vão desde a utilização básica do equipamento até a produção de aulas totalmente customizadas, que podem ser aplicadas a turmas dos ensinos Fundamental e Médio.

“Após o curso, os professores estarão aptos a proporcionar aos alunos todo tipo de experiência no interior do Planetário, como observar o céu de algum ponto específico da Terra, viajar pelo tempo, conhecer constelações, planetas e asteroides, ou admirar as estrelas durante o dia através da atmosfera”, avalia André Parreira, que além de diretor do Hiperlab é organizador do curso. Segundo ele, o curso tem como público-alvo professores das redes municipais, estaduais e federais, incluindo professores e pesquisadores universitários.

Lua 45 anos

(MCTI) Neste mês, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCTI), localizado no Rio de Janeiro, aproveita a data comemorativa do 45º aniversário do primeiro pouso tripulado na Lua, a Missão Apollo 11, para realizar um Programa de Observação do Céu especial.

Neste fim de semana, o museu oferece atividades gratuitas para todas as idades: Observação do Céu, visitas orientadas pelo campus do museu, atividades AstroMania e Brincando de Matemático.

Na quarta-feira (23), às 17h, o astrônomo e especialista em Astronáutica Naelton Mendes de Araújo, da Fundação Planetário, proferirá a palestra "Viagem à Lua e a mente do homem". Em seguida, os visitantes serão convidados a observar o céu a olho nu ou utilizando a centenária Luneta Equatorial de 21 centímetros e um telescópio refletor 8 polegadas de abertura.

Livro - Guia de um Astronauta Para Viver Bem na Terra - Chris Hadfield


(Extra) Chris Hadfield é o astronauta mais experiente do planeta. Ficou famoso no mundo inteiro pelos vídeos divertidos que postou no YouTube enquanto comandava a Estação Espacial Internacional. A experiência que teve no seu espaço possibilitou a Hadfield o desenvolvimento de uma visão única acerca do homem, da vida cotidiana, da família e dos desafios que todos nós enfrentamos. Este livro propõe com humor e inteligência diversas alternativas para encarar as pequenas atribulações do dia a dia e as enormes dificuldades que a vida nos impõe. E, claro, narra as incríveis aventuras que só um astronauta pode ter.

Papa recebe jovens astrónomos de Curso de Verão em Castelgandolfo


(Radio Vaticana) Decorreu no último mês de junho, em Castelgandolfo, o XIV Curso de Verão do Observatório Astronómico do Vaticano, com a participação de vinte e cinco jovens recentemente formados em Astronomia, homens e mulheres, provenientes de 23 diferentes países. Tema deste ano: “Galáxias próximas e distantes, novas e antigas”.

Recebendo-os durante a manhã em audiência, juntamente com os quatro professores (americanos) deste Curso e os jesuítas e pessoal do Observatório de Castelgandolfo, o Papa Francisco congratulou-se com esta iniciativa, fazendo notar que, para além do estudo das galáxias, esta atividade conjunta permitiu uma partilha das respectivas tradições culturais e religiosas, dando um “belo testemunho de diálogo e de convivência na harmonia”.

Vendo os vossos rostos, parece-me admirar um mosaico que compreende povos de todas as parte do mundo. É justo que todos os povos tenham acesso à investigação eá formação científica. Que todos os povos possam gozar dos benefícios da ciência é um desafio que nos empenha a todos, especialmente aos cientistas.

A Escola de Astrofísica do Observatório do Vaticano torna-se assim um lugar onde os jovens do mundo dialogam, colaboram e se ajudam mutuamente na busca da verdade.

Esta iniciativa simples e concreta mostra que as ciências podem ser um instrumento apropriado e eficaz para promover a paz e a justiça. É também por isso que a Igreja se encontra empenhada no diálogo com as ciências a partir da luz oferecida pela fé, na convicção de que a fé pode alargar as perspectivas da razão, enriquecendo-a.

"Verão na Devesa" com múltiplas atividades para crianças e jovens (Portugal)


(Local. PT - Portugal) Que o Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão, esconde tesouros de rara beleza já toda a gente sabe, mas a novidade agora é que esconde realmente tesouros e cabe às crianças e jovens encontra-los. A partir de um mapa e de várias pistas, os participantes percorrem o parque conhecendo os cantos e recantos em busca do tal tesouro. Esta é apenas uma das muitas atividades que preenchem o “Verão na Devesa”, uma iniciativa que está a decorrer nos meses de Julho e Agosto, envolvendo várias dezenas de crianças e jovens.

Com a atividade “Caça ao Tesouro”, as crianças conhecem o parque, praticam exercício físico e, ao mesmo tempo, desenvolvem o sentido de orientação e adquirem conhecimentos nas áreas da botânica, biologia, matemática ou história. Mas há mais, muito mais e as atividades estendem-se às famílias.

É o caso da “Visita às Estrelas”, uma ação promovida em parceria com o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, que vai decorrer nos dias 25 e 29 de Julho, entre as 22h00 e as 24h00. Com os pés bem assentes na terra e os olhos postos no céu será possível observar as estrelas e as constelações. Dependendo da noite, poderá ser possível observar a Lua, Saturno e Marte.

“Herbário da Devesa” é outra das actividades propostas, onde através das folhas de várias árvores e arbustos, as crianças aprendem a identificar e classificar as folhas e as espécies. “À Descoberta da Biodiversidade” leva os participantes num passeio pelo parque abordando temas como o ciclo de vida de plantas e animais.

Nas atividades, todos os sentidos são explorados, assim para além da observação, as crianças são ainda convidadas a sentir os “Aromas da Devesa”, numa iniciativa que os leva a tocar, cheirar e comer algumas ervas aromáticas, explicando as propriedades e as suas utilizações.

Tocar a terra e descobrir como se geram as frutas e os legumes é o que se pretende com a atividade “Da semente para a terra”, que decorre nas hortas urbanas. No que diz respeito a este tema existe ainda o desafio “A Minha Horta é uma Lagarta”, onde a partir de um pequeno tubo, se constrói uma “lagarta” plantada com hortícolas.

Aqui a criatividade também é posta à prova com o projeto “Ser + Criativo na Devesa”, onde as crianças preenchem uma tela com elementos naturais, com folhas, ramos e pedras.

Em Setembro, os vários trabalhos serão expostos na Feira de Artesanato e Gastronomia, que vai decorrer entre 29 de agosto e 7 de setembro, no centro da cidade famalicense.

Outra das atividades propostas para estes dias quentes é o Percurso Interpretativo do Parque da Devesa, organizada pelos serviços educativos do município, onde os participantes fazem uma visita guiada ao parque, apresentando-lhes os exemplos de fauna e flora existente.

São cerca de uma dezena as atividades sugeridas.

19/07/2014

9 vídeos absolutamente inspiradores sobre o cosmos

Ciência, filosofia e poesia se misturam na fala de grandes cientistas


(Galileu) Quando a ciência se mistura a discursos apaixonados e poéticos, o resultado não poderia deixar de ser uma profunda sensação de inspiração. Caso o assunto abordado e a forma como ele é exposto sejam realmente tocantes, podem provocar até mesmo um senso de reverência para com a natureza e a vida como um todo.

Cientistas de muito talento que se dedicam à divulgação científica conseguem, com frequência, obter resultados parecidos com o de grandes filósofos. Eles estimulam, de forma didática, a mente de seus ouvintes para que estes compartilhem da paixão pela ciência e também do maravilhamento pelo cosmos.

Publicamos uma lista de 7 fatos científicos que comprovam nossa íntima conexão com o universo. Mas não há nada como ouvir valiosas reflexões da boca dos próprios cientistas. Confira abaixo grandes nomes da ciência falando sobre o cosmos, de forma muito inspiradora:

1 – Cosmos, de Carl Sagan
Falar de ciência inspirada é quase que um sinônimo de falar de Carl Sagan. O astrônomo foi talvez o mais popular divulgador de ciência, e seu carisma é contagiante. Com a série Cosmos, lançada em 1980, Sagan inspirou o interesse pela astronomia em milhões de pessoas mundo afora. A série explora profundamente não apenas o cosmos, como também o nosso papel nele.



2 – O átomo e o chimpanzé, com Neil deGrasse Tyson
Com seu jeito irreverente e cativante, Tyson (atual apresentador da continuação da série Cosmos) reflete neste vídeo sobre sermos todos poeira de estrelas. Ele também fala de vida extraterrestre e lança uma provocação: será que somos tão evoluídos como pensamos? Para uma civilização alienígena avançada, talvez não sejamos muito mais do que chimpanzés.




3 – Grandes questões sobre o Universo, com Stephen Hawking
Hawking é, sem dúvida, um dos maiores gênios dos nossos tempos. Suas contribuições no campo da cosmologia são inúmeras. Nesta palestra TED, o físico trata do Big Bang e da evolução do universo, além de refletir sobre a possibilidade de vida em outros planetas.



4 – Do Big Bang aos dias atuais, com Brian Cox
Eis uma síntese notável: quase 14 bilhões de anos em apenas dois minutos. É interessante ver como o físico britânico Brian Cox, autor de diversos programas e documentários, resume a evolução do cosmos, do Big Bang aos dias atuais.



5 – Uma noite com as estrelas, com Brian Cox
Se você gostou da retórica apaixonada de Cox, pode se interessar também por este programa de auditório da BBC apresentado por ele. A figura do diamante é explorada de diversas formas, usada para exemplificar mistérios do universo. Física quântica e outros assuntos são abordados de forma divertida, com a condução de experimentos no palco.



6 – Universos paralelos, com Michio Kaku
Você, como todos nós, sempre imaginou o Universo como sendo tudo o que existe? Então é melhor ir começando a abrir a cabeça para algo muito, muito maior: os físicos falam em um Multiverso, incontáveis universos paralelos que coexistem como bolhas de sabão flutuando no ar. Michio Kaku, uma das maiores autoridades em Teoria das Cordas, explica este e outros temas fascinantes.



7 – Multiverso e Teoria das Cordas, com Brian Greene
Se interessou pelo conceito de Multiverso? Nesta TED, Brian Greene aprofunda a ideia, relacionando-a de maneira didática e com recursos interativos à elegante e ainda não comprovada Teoria das Cordas. Ela concebe a estrutura mais básica da matéria como sendo um filamento energético que vibra e cria tudo o que podemos ver (e o que não podemos).



8 – Reflexões sobre nós mesmos e a ciência, com Lawrence Krauss
Nesta breve reflexão filosófica, Krauss pensa sobre o fazer científico e sobre a estranheza que assuntos como a mecânica quântica causa ao ser humano. Nós simplesmente não evoluímos para entender conceitos tão abstratos. No entanto, depois de um considerável esforço para compreendê-los, eles proporcionam visões e entendimentos sobre o cosmos absolutamente compensadores.



9 – Symphony of Science
Esta última sugestão sintetiza de maneira excelente o que chamamos aqui de ciência inspirada: através da música. Na série Symphony of Science (Sinfonia da Ciência), John Boswell musicalizou diversos trechos de palestras de renomados cientistas. O resultado é incrível. Com melodias poderosas, as mensagens apaixonadas de muitos dos mestres aqui mencionados fica gravada na cabeça. Confira Carl Sagan e Stephen Hawking em um fantástico dueto cósmico.

18/07/2014

Observação Pública do Sol - Gaturamo Observatório Astronômico (ES)


Todas as segundas-feiras, em que o tempo não estiver nublado, o GOA fará observação solar em frente ao RU-UFES, em Goiabeiras. O telescópio solar do GOA, único do estado, possui filtro especial (H-Alfa), capaz de observar as manhas e filamentos solares de maneira segura.

Rio Branco vai acolher 66ª Reunião Anual da SBPC

O evento contará com 199 atividades e a participação de pesquisadores do Brasil e do exterior, além de gestores do sistema de ciência e tecnologia. Serão 51 conferências, 62 mesas-redondas, 54 minicursos, 16 encontros, sete sessões especiais e cinco assembleias.


(Portugal Digital) Ciência e tecnologia em uma Amazônia sem Fronteiras" é o tema da 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorrerá entre os dias 22 e 27 de julho em Rio Branco, no Acre.

O evento contará com 199 atividades e a participação de pesquisadores do Brasil e do exterior, além de gestores do sistema de ciência e tecnologia. Serão 51 conferências, 62 mesas-redondas, 54 minicursos, 16 encontros, sete sessões especiais e cinco assembleias.

Entre os temas a serem discutidos nas conferências estão "Ciência e tecnologia: imperativo para o desenvolvimento brasileiro"; "Serpentes peçonhentas e acidentes ofídicos no Brasil"; "Reservas extrativistas 25 anos depois"; "O Brasil no espaço – As aplicações e os serviços oferecidos por satélites"; "Biodiversidade e sociedades tradicionais na Amazônia"; e "O uso de animais em pesquisas e no ensino", entre outras.

Nas mesas-redondas serão abordados temas como "Amazônia: o desafio de formação e fixação de doutores"; "Os impactos socioambientais da exploração de petróleo e gás de xisto no Acre"; e "O marco civil da internet".

Uma das novidades da reunião deste ano é a realização da SBPC Indígena, que inclui na programação científica debates sobre o universo indígena, como "Os povos indígenas e as políticas públicas", "Índios isolados no Acre", "Os povos indígenas e a universidade – discutindo as possibilidades e as políticas atuais".

Para o secretário-geral da SBPC, Aldo Malavasi, a realização da SBPC Indígena é "um importante canal de interação e troca de conhecimentos".

Haverá, ainda, o "Encontro Transfronteiriço de Povos Indígenas do Brasil-Peru-Bolívia", que contará com a participação de indígenas e especialistas dos três países.

Entre os mais de 50 minicursos que serão oferecidos estão os temas "Astronomia indígena", "Controle da qualidade da água", "A modelagem matemática de fenômenos ligados à degradação por atividade antrópicas em mata Amazônica", "Geologia do petróleo", "DSTs virais e drogas de abuso - como abordar a temática dentro da sala de aula" e "Conversando sobre doenças tropicais".

Os minicursos terão carga horária de oito horas e os que estiverem presentes a pelo menos 75% do curso receberão certificado de participação.

Mais informações e a programação completa estão em http://www.sbpcnet.org.br/riobranco/home/

MAST promove atividades sobre astronomia e ciências afins

Nos dias 19 e 20 de julho, o MAST oferece uma programação para todas as idades: Observação do Céu, visitas orientadas pelo campus do Museu, as atividades ASTROmania e Brincando de Matemático. Tudo gratuito!



“A lua, quando ela roda, é nova, crescente ou meia-lua. É cheia... e quando ela roda, minguante e meia...”. A música “A Lua” do grupo MPB4 descreve as fases da Lua, mas você sabe como elas acontecem? Neste sábado, 19 de julho, venha, com sua família e amigos, ao Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) para participar do ASTROmania! O MAST fica Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. A entrada é gratuita!

Neste mês de julho, o ASTROmania faz uma homenagem aos 45 anos da chegada do homem à Lua, apresentando o tema “Quantas fases tem a Lua?”. Você descobrirá por que a Lua apresenta fases e como influencia nossas vidas e fenômenos da Natureza. Para que você aprenda a reconhecer essas fases, será montado um planisfério lunar! A atividade, que acontece às 16h, é direcionada a adultos, jovens e crianças.

No sábado e também no domingo, dia 20 de julho, às 15 e 17h, haverá visita orientada pelo Museu. Nela, os mediadores apresentam, aos visitantes, as exposições do MAST espalhadas pelo campus e o conjunto arquitetônico construído para sediar o Observatório Nacional. Destacam-se o prédio sede, que abriga a coleção de instrumentos científicos, e os pavilhões com as centenárias lunetas.

Uma das atrações da visita orientada é a exposição “Estações do Ano, a Terra em Movimento” que proporciona aos visitantes uma oportunidade para desvendarem algumas curiosidades sobre as fases da Lua, os ciclos dos dias e das noites e as estações do ano em diferentes regiões do Brasil, da Terra e em outros planetas do Sistema Solar. A mostra possibilita a interação através de aparatos 3D, multimídias, vídeos, painéis e uma cenografia do céu.

A diversão continua no Programa de Observação do Céu que acontece a partir das 17h30, com a exibição de um vídeo sobre astronomia e ciências afins e, logo depois, a apresentação da palestra O Céu do Mês. Às 18h30, os visitantes são convidados a observar o céu a olho nu ou utilizando a centenária Luneta Equatorial de 21 cm e um telescópio refletor 8 polegadas de abertura. A atividade é conduzida por um astrônomo ou mediador capacitado.

E no domingo, quem vier ao MAST, poderá participar do Brincando de Matemático! São brincadeiras com as formas geométricas, desde aquelas que se autoreplicam até o tradicional tangram. O raciocínio lógico dos participantes é aguçado com enigmas, segredos, Torres de Hanói; e a capacidade de estratégia é estimulada com o jogo da velha. A atividade é dirigida ao público de todas as idades: pais, filhos e grupos de amigos, todos podem brincar juntos.

SERVIÇO
Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Rua General Bruce, 586
Bairro Imperial de São Cristóvão - Rio de Janeiro
(21) 3514-5200
www.mast.br


SÁBADO, 19 de julho
15h | 17h
Visita orientada

16h
Astromania
Tema: Quantas fases tem a Lua?
Local: sala de atividades do prédio sede

17h30 às 18h
Céu do mês

18h30 às 20h
Observação do céu
Local: campus do MAST


DOMINGO, 20 de julho
15h | 17h
Visita orientada

16h
Brincando de matemático
Local: sala de atividades do prédio sede

Polo Astronômico serve de modelo para criação de planetário em Toledo

(Cidade Foz) Uma equipe multidisciplinar composta por administradores, contadores, professores, técnicos e engenheiros da prefeitura de Toledo esteve no Polo Astronômico, instalado no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), para conhecer a estrutura e projetos, no dia 18 de junho. O objetivo é construir um planetário no município e atender a demanda de formação de professores e ações voltadas para o turismo.

De acordo com o prefeito Beto Lunitti, que também acompanhou a visita, o projeto visa estabelecer um aprofundamento de conhecimento das pessoas. “Queremos despertar nas crianças e adolescentes o interesse por aquilo que um planetário pode oferecer. Esta é uma ferramenta que nós entendemos ser importante para o município”, destacou.

Até hoje, mais de mil professores já foram capacitados no curso “Fundamentos Teóricos e Metodológicos para Ensino-aprendizagem em Astronomia: Formação de Educadores”, ofertado pelo Polo. A ação atende a uma necessidade do Paraná, onde a astronomia é matéria estruturante do currículo de ciência da Secretaria de Estado da Educação (SEED/PR). Essa atuação foi um dos aspectos destacados pela comitiva de Toledo.

“A formação continuada precisar ser aprofundada e, para isso, precisamos também de espaços adequados. Como professora, eu sempre achei que um dos conteúdos que mais encanta as crianças é a astronomia, por outro lado, para nós professores não é um conteúdo fácil”, disse Tania De Grandi, Secretária de Educação de Toledo.

“Nossa aposta de mudança é por meio da educação”, enfatizou o diretor superintendente da Fundação PTI, Juan Carlos Sotuyo, que colocou à disposição toda a equipe da Fundação para repassar os conhecimentos adquiridos para que o planetário de Toledo tenha um curto período de tempo para a instalação.

Após a visita, será desenvolvido um projeto, durante os próximos seis meses, para estabelecer o modelo de planetário que será implantado no município de Toledo. A partir de 2015 começam as obras e execução do projeto. O planetário deve ser instalado em área próxima ao Lago Municipal de Toledo.

“Pensamos num contexto de ensino, aprendizado e turismo. Queremos estabelecer mais um marco para o município, além de tantos outros que já temos. Fazer com que a presença de um planetário sirva também como uma ferramenta de aprofundamento do conhecimento e que desperte jovens e crianças para a ciência”, finalizou Lunitti.

Astronomia no Ciência Viva no Verão - Centro Ciência Viva Estremoz (Portugal)




Astronomia no Verão

Astronomia na Cidade
O Alentejo possui um céu de qualidade difícil de equiparar, devido à baixa poluição luminosa, mesmo próximo das grandes cidades. O Centro Ciência Viva de Estremoz realiza este ano sessões de observação astronómica em várias cidades alentejanas. Venha conhecer a riqueza do céu alentejano e aproveite para colocar todas as suas questões aos astrónomos que acompanham a sessão.

Estremoz
18 de julho; 15 de agosto

Évora
19 de julho

Astronomia no Areal
O Centro Ciência Viva de Estremoz traz até à praia a Geologia, a Biologia e este ano também a Astronomia! Venha observar Marte, Saturno e outros objetos através de telescópios na praia e esclarecer todas as suas dúvidas na companhia de astrónomos. Talvez fique a saber a resposta à pergunta “Existem mais grãos de areia na Terra do que estrelas no céu?”

Praia da Bordeira
1 de agosto

Praia de Monte Clérigo
2 de agosto

Praia de Odeceixe
31 de julho

Praia da Zambujeira do Mar
3 de agosto

Palestra: "Is there anybody ou there? - procurando vida no espaço" (SC)


Algum dia você já olhou para o céu e se perguntou "Existe alguém lá fora?"

Se você também partilha da nossa curiosidade, venha conhecer um pouco mais os métodos de busca pela vida no espaço, conheça o SETI e compreenda porque podemos não estar sozinhos no Universo.

Esta sexta, dia 18 de julho, na sala MIP008 do CCB/UFSC, às 12h15!