30/10/2014

Histórias de Estrelas e Planetas! (Portugal)


Domingo, 2 de novembro às 16:30 - 17:30

Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Rua da Escola Politécnica, 54-60, 1250-102 Lisboa

Histórias de Estrelas e Planetas!

O que terá levado o Homem a sentir a necessidade de conhecer o céu? A sessão incide no tema das constelações e de alguns mitos que lhe deram origem. Faremos a descrição de corpos celestes visíveis a olho nu, no céu de Portugal. Falaremos do Sol, da Lua e dos planetas do Sistema Solar. Onde acabará o Sistema Solar?...

Lotação da Sala: 38 pessoas, a marcação prévia é obrigatória.
Sessão dirigida ao público mais jovem e famílias.

Entrada: 3 € / participante.

Acesso ao Planetário: pelo Átrio do Museu, última entrada, ao toque do sino, às 16.30.

Informações e Marcações
Átrio do Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Rua da Escola Politécnica, nº 56 – 58, 1250-102 Lisboa
Telefone: 21 392 18 08
Endereço Eletrónico: geral@museus.ul.pt

Coleção de Maurício de Nassau inspira antropólogos


(Exame) O conde alemão João Maurício de Nassau-Siegen aportou no Recife em 1637, designado governador-geral do Brasil holandês. Durante os oito anos em que aqui esteve, Nassau colecionou espécies tropicais, anotações sobre a flora e a fauna, desenhos, aquarelas, pinturas a óleo – boa parte delas assinadas por Albert Eckhout e Frans Post –, além de artefatos indígenas, objetos e ornamentos de nações africanas.

Quando voltou aos Países Baixos, em 1644, levou consigo esse “gabinete de curiosidades”, designação dada às coleções dos séculos 16 e 17. O acervo chegou a ser exibido em Haia e em Cleve, entre 1644 e 1652, antes de o próprio Nassau fragmentá-lo na forma de presentes à alta nobreza do norte da Europa, transformando-o num “capital simbólico” que lhe permitiu recuperar o prestígio político e social desgastado na Colônia. O que restou da coleção se dispersou com a sua morte.

No livro De Olinda a Holanda, lançado no dia 21 de outubro pela Editora da Unicamp com apoio da FAPESP, a antropóloga Mariana de Campos Françozo reconstitui a trajetória de parte da coleção de Nassau.

29/10/2014

Rússia apresenta emblema da Copa do Mundo de 2018


(Voz da Rússia) O logo oficial da Copa do Mundo de 2018 combina elementos que têm origem nas realizações da astronáutica soviética e russa, tradições de ícones russos e uma paixão universal pelo futebol, diz um comunicado do comitê organizador Rússia 2018.

O logotipo da Copa do Mundo de 2018 foi apresentado em Moscou no dia 28 de outubro, transmitido ao vivo pelo canal de TV russa Pervy. A apresentação do emblema contou com a participação da tripulação da Estação Espacial Internacional. Além disso, o logo oficial do campeonato mundial foi projetado sobre a fachada do edifício do Teatro Bolshoi em Moscou.

De acordo com os autores do logotipo, este tem a forma da Taça da Copa do Mundo, enquanto o uso de "paleta luminosa de vermelho, dourado, preto e azul recorda as técnicas artísticas tradicionais, típicas das famosas obras da arte antiga russa da época do nascimento de ícones".

O emblema foi apresentando pelo ministro dos Esportes da Rússia, Vitali Mutko, o presidente da FIFA, Joseph S. Blatter, o secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke, e o campeão da Copa do Mundo em 2006, o italiano Fabio Cannavaro.

Segundo Blatter, o emblema mostra o coração e a alma da Rússia e reflete a cultura russa.

O desenho do logotipo da Copa do Mundo 2018 foi desenvolvido por Brandia Central, uma agência de branding com sede em Lisboa. A empresa portuguesa obteve esse direito por ter vencido a competição entre oito empresas de design russas e de outros países.

Hangout NUPESC - A Teoria de Cordas, Supercordas e a Supersimetria

Papa diz que Big Bang e Teoria da Evolução não contradizem a lei cristã

Francisco ainda criticou interpretação errada do Gênesis: 'Deus não é mago'. Declarações foram feitas à Pontifícia Academia de Ciências, no Vaticano.


(G1) O Papa Francisco afirmou nesta segunda-feira (27), durante discurso na Pontifícia Academia de Ciências, que a Teoria da Evolução e o Big Bang são reais e criticou a interpretação das pessoas que leem o Gênesis, livro da Bíblia, achando que Deus "tenha agido como um mago, com uma varinha mágica capaz de criar todas as coisas".

Segundo ele, a criação do mundo "não é obra do caos, mas deriva de um princípio supremo que cria por amor". "O Big Bang não contradiz a intervenção criadora, mas a exige", disse o pontífice na inauguração de um busto de bronze em homenagem ao Papa Emérito Bento XVI.

O Big Bang é, segundo aceita a maior parte da comunidade científica, a explosão ocorrida há cerca de 13,8 bilhões de anos que deu origem à expansão do Universo. Já a Teoria da Evolução, iniciada pelo britânico Charles Darwin (1809-1882), que prega que os seres vivos não são imutáveis e se transformam de acordo com sua melhor adaptação ao meio ambiente, pela seleção natural.

O Papa acrescentou dizendo que a "evolução da natureza não é incompatível com a noção de criação, pois exige a criação de seres que evoluem".
Ele criticou que quando as pessoas leem o livro do Gênesis, sobre como foi a origem do mundo, pensam que Deus tenha agido como um mago. "Mas não é assim", explica.

Segundo Francisco, o homem foi criado com uma característica especial – a liberdade – e recebe a incumbência de proteger a criação, mas quando a liberdade se torna autonomia, destrói a criação e homem assume o lugar do criador.

"Ao cientista, portanto, sobretudo ao cientista cristão, corresponde a atitude de interrogar-se sobre o futuro da humanidade e da Terra; de construir um mundo humano para todas as pessoas e não para um grupo ou uma classe de privilegiados", concluiu o pontífice.
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Matérias similares na Exame e UOL
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E mais:
O Big Bang exige um criador, diz o Papa Francisco (Público - Portugal, com vídeo)

1ª Semana da Física - UFES/ALEGRE


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Calendário ESO 2015


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Videocast "Céu da Semana" - 27 de outubro a 02 de novembro de 2014

Matéria mais fria do Universo dentro da Estação Espacial


O experimento CAL usará resfriamento a laser para gerar a matéria mais fria do Universo no interior da Estação Espacial Internacional.[Imagem: NASA]


Condensados de Bose-Einstein
(Inovação Tecnológica) A NASA acredita que poderá produzir a matéria mais fria do Universo no interior da Estação Espacial Internacional.

O feito poderá ser conseguido com um experimento chamado Laboratório de Átomos Frios (CAL - Cold Atom Laboratory), que acaba de passar pelos testes finais de certificação.

O instrumento usa um conjunto de raios laser para criar um Condensado de Bose-Einstein, um estado da matéria no qual um conjunto de átomos a temperaturas próximas do zero absoluto passa a se comportar como se fosse um único átomo gigante.

Esses condensados são criados rotineiramente em vários laboratórios ao redor do mundo, sendo utilizados, entre outros, em experimentos de computação quântica.

Mas o experimento CAL será o primeiro a testar esse fenômeno na ausência de gravidade.

A expectativa é que, no ambiente de microgravidade, a matéria poderá se manter na forma de um condensado de Bose-Einstein por tempos muito mais longos, dando aos pesquisadores mais tempo para estudá-los - um condensado de Bose-Einstein perde rapidamente suas características por influências do meio, um fenômeno chamado decoerência.

O comportamento do condensado de Bose-Einstein muda conforme a temperatura diminui (da esquerda para a direita). [Imagem: NASA/JPL-Caltech]


Matéria mais fria do Universo
Durante os testes de certificação, o experimento CAL atingiu 200 nano-Kelvin - 200 bilionésimos de 1 Kelvin.

No espaço, os cientistas esperam atingir 1 trilionésimo de Kelvin, mais frio do que qualquer coisa conhecida na natureza.

Isto permitiria criar a matéria mais fria do Universo, possibilitando observar novos fenômenos quânticos e testar as leis fundamentais da física com maior precisão.

Outra proposta da equipe é criar condensados não apenas com átomos de rubídio, que é a técnica mais comum, mas também com átomos de potássio. "O comportamento dos dois condensados se misturando será fascinante de se observar, especialmente no espaço," disse Anita Sengupta, líder do projeto.

O experimento CAL deverá começar a funcionar na Estação Espacial Internacional em 2016.

A fé dos cientistas

(Marcelo Gleiser - Folha) Falar de fé no contexto científico parece blasfêmia. A ciência não é a antítese da noção de fé, baseada como é em certezas, na verificação explícita de hipóteses? Essa visão da ciência como perfeitamente lógica e racional é uma idealização.

É claro que o produto final da pesquisa científica deve ser algo concreto, hipóteses que devem ser comprovadas, dados obtidos em experimentos passíveis de repetição por outros. Talvez seja esse o grande mistério da ciência, uma atividade criada por humanos, seres falíveis que almejam a perfeição.

No início do século 20, a física estava em crise. Experimentos demonstravam propriedades da matéria que não podiam ser explicadas pelas teorias então vigentes, baseadas na mecânica de Newton ou no eletromagnetismo de James Maxwell, os pilares da física clássica.

A exploração do mundo dos átomos expôs uma realidade completamente diferente, onde novas regras eram necessárias. Cientistas tiveram que reformular sua visão de mundo, o que nunca é fácil.

No mundo clássico, a Natureza fazia sentido, seguindo regras simples de causa e efeito, o que chamamos de determinismo. No mundo quântico, essa certeza tem que ser posta de lado, e precisamos adotar regras baseadas em probabilidades. Einstein, Schrödinger, Planck e outros grandes nomes da ciência sofreram, recusando-se a aceitar isso. Para eles, a natureza tinha que seguir regras simples, determinísticas, mesmo se não soubéssemos quais.

Esse tipo de postura só pode ser chamado de fé. É acreditar numa natureza ordenada, racional, mesmo quando se manifesta de forma aleatória. "Deus não joga dados," escreveu Einstein a seu colega Max Born. Einstein e outros buscaram teorias que explicassem as estranhas probabilidades quânticas como manifestações de uma ordem mais fundamental. E falharam.

Existe, no entanto, uma diferença essencial entre a fé religiosa e a fé científica: dogma. Em ciência, o dogma é insustentável, pois cedo ou tarde mesmo as ideias mais arraigadas –se erradas– sucumbem á evidência dos dados. Em ciência, a fé numa ideia errada tem de ser abandonada. Na religião, a evidência dos dados é elusiva ou mesmo irrelevante, o que faz com que a fé seja uma proposta sempre viável.

Estamos passando por um momento curioso na física de altas energias e na cosmologia. Algumas teorias populares podem não ser testáveis. Isso significa que não podemos determinar se estão erradas, o oposto da proposta científica.

Feito um zumbi que nunca morre, é possível que uma teoria siga sempre sendo redefinida de forma a escapar do alcance dos experimentos. É o caso, por exemplo, da supersimetria, uma simetria hipotética da natureza onde cada partícula de matéria (elétrons, quarks...) tem uma parceira supersimétrica. Propostas há quatro décadas, essas partículas nunca foram encontradas.

No ano que vem, o Grande Colisor de Hádrons na Suíça dobra sua energia em busca delas. Se forem encontradas, ótimo. E se não forem? Minha previsão é que, enquanto alguns físicos abandonarão a supersimetria, outros continuarão a crer nela, dizendo que ela ocorre a energias inalcançáveis por nossas máquinas. Nesse caso, essa hipótese científica se tornará um artigo de fé.

28/10/2014

Responsável do Google bate recorde de altitude de salto com pára-quedas

Alan Eustace, vice-presidente do Google, planeava este desafio há três anos. Subiu até aos 41.419 metros num balão de ar, desprendeu-se e caiu durante 15 minutos.


(Público - Portugal) A madrugada de sexta-feira foi diferente para Alan Eustace. A partir de aeródromo abandonado no Novo México, nos Estados Unidos, o vice-presidente do Google de 57 anos começou a subir num balão de ar, usando um fato espacial e tecnologia desenvolvida nos últimos três anos. Durante pouco mais de duas horas subiu até aos 41.419 metros, na estratosfera. Depois, um pequeno explosivo usado para o desconectar do balão, pô-lo em rota descendente. Com ajuda de um pára-quedas, o norte-americano desceu tudo o que tinha subido em cerca de 15 minutos, batendo o recorde de altitude de salto com pára-quedas.

O recorde foi detido durante dois anos pelo austríaco Felix Baumgartner, que a 14 de Outubro de 2012 subiu numa cápsula e saltou dos 39.045 metros, menos 2374 metros do que o recorde actual.

“Foi extraordinário”, disse Alan Eustace, citado pelo jornal norte-americano New York Times. “Foi lindo. Era possível ver a escuridão do espaço e ver as camadas da atmosfera, que eu nunca tinha visto antes.” O norte-americano aterrou a 112 quilómetros de distância do aeródromo.

A descida foi feita em duas fases. Durante quatro minutos e meio, o norte-americano desceu em queda livre, batendo 1,24 vezes a velocidade do som e atingindo 1322,9 quilómetros por hora. Depois, o empresário abriu o pára-quedas. Felix Baumgartner continua a deter o recorde da velocidade, na altura atingiu os 1.357,6 quilómetros por hora.

No entanto, houve mais particularidades nesta aventura do homem da Google. Alan Eustace manteve o projecto completamente escondido, ao contrário de Felix Baumgartner que precisou de patrocinadores para pagar a viagem, incluindo a cápsula, que foi muito cara, e fez do seu salto um acontecimento.

Para o novo salto, o norte-americano associou-se à empresa Paragon Space Development Corp e à sua equipa de Exploração Estratosférica. A empresa anda a trabalhar secretamente há anos para desenvolver um fato espacial independente que permita às pessoas explorarem a superfície da Terra até aos 32 quilómetros de altitude.

Astronomia ao Vivo! - HANGOUT de domingo (26/10/14)

28/SET/2015 - SUPER ECLIPSE - Projeto de Mobilização para (re)ativação dos clubes de Astronomia


Estamos a 11 meses de um dos eventos astronômicos mais aguardados para o ano que se aproxima. Este alerta com bastante antecedência é para que você não perca a chance de reativar ou fundar o seu clube ou grupo de Astronomia. Aproveite esse maravilhoso fenômeno para dar um novo pontapé inicial na divulgação astronômica de sua região.

Muitos grupos tiveram início no Ano Internacional da Astronomia (2009), mas aos poucos a disposição de seus membros foi diminuindo por vários motivos: falta de tempo, de incentivo, de grana, etc...

Que tal tentar começar de novo? Estamos iniciando uma mobilização de nível nacional para que vários clubes de Astronomia surjam ou ressurjam no dia ou na semana do Super Eclipse. Que seja um novo começo, uma nova tentativa de levar Astronomia a todas as pessoas.

1) Continua sem tempo? Seu trabalho ou estudos te consome totalmente?
Alguns grupos de Astronomia fazem apenas um evento por ano porque existem pessoas na mesma situação que você. Concentre seus esforços apenas no eclipse. Com certeza, em 2016, aparecerão outros fenômenos para que seu clube continue dando seus suspiros.

2) "Não possuo instrumentos e não tenho grana para comprar um."
A observação de todas as etapas do eclipse pode ser feita sem instrumentos. A falta de um telescópio não tornará ruim a sua atividade. Enriqueça sua atividade com uma palestra, uma aula a céu aberto ou qualquer coisa que passe pela sua imaginação e que tenha a ver com a Astronomia.

3) "Quero começar com o eclipse e continuar com outros eventos, mas não sei o que mostrar às pessoas."
Temos duas sugestões iniciais: uma para quem não possui instrumentos e outra para quem possui: Chuva de Meteoros Orionídeos e Oposição de Urano.

Chuva de Meteoros Orionídeos - entre os dias 21 e 22 de outubro haverá mais um pico da chuva de meteoros cujo radiante situa-se próximo das Três Marias. Em 2015 você poderá fazer uma observação comemorativa desses meteoros. Serão comemorados os 30 anos da última passagem do Cometa Halley, o astro que deu origem a essa chuva de meteoros. Lembre-se: para ver os meteoros basta um céu escuro e a vista desarmada. Aprenda apenas a localizar a constelação de Órion. Não precisa de telescópios.

Oposição do planeta Urano - Urano geralmente não é visível a olho nu, daí a necessidade de instrumentos ópticos. Essa é a nossa sugestão para quem quer continuar as atividades de seu clube com instrumentos: a oposição de Urano, ou seja, o ponto que ele fica mais próximo da Terra COINCIDIRÁ COM O FERIADO (12/10). Aproveite o feriado e ofereça às pessoas da sua comunidade a chance de ver o planeta Urano pela primeira vez.

4) "Quero (re)ativar o meu clube de Astronomia, mas só posso nas férias do final do ano."
Todos os anos, no dia 2 de dezembro, é comemorado o Dia da Astronomia no Brasil, em homenagem ao imperador Dom Pedro II, patrono da Astronomia. Em 2015 serão comemorados os 190 anos de seu nascimento. Se sua rotina atrapalha o desenvolvimento de atividades ligadas ao seu clube, está aí uma sugestão em grande estilo.

Não esmoreça. Planeje. Você tem 11 meses. O céu não pode esperar.

GaeA - Grupo de Apoio em Eventos Astronômicos.

Mais informações sobre o Eclipse da Super Lua de 28/SET/2015:
http://gaea-astronomia.blogspot.com/2014/09/28set2015-super-eclipse-lunar-eclipse.html

Observação astronômica em Bezerros/PE


Exposição sobre o Hubble


(UOL) Visitante observa a nova exposição "HUBBLE@25", montada para celebrar o 25º aniversário de lançamento do telescópio espacial Hubble da Nasa (agência espacial americana), no museu Intrepid Sea, Air & Space, em Nova York, nos Estados Unidos. A exposição traz as imagens produzidas pelo telescópio, ferramentas que foram usadas para consertá-lo no espaço e outros detalhes da história do Hubble.

Projeto De Olho na Lua (CE)


Astronomia na Fliquinha 2014 - Cachoeira/BA



Mais informações no blog O Guardador de Estrelas

Boletim Observe! - Ano V - Número 11 - Novembro de 2014

 


Boletim Informativo do Núcleo de Estudos e Observação Astronômica "José Brazilício de Souza" (NEOA – JBS)  (clique no banner para acessar)

27/10/2014

Ciência e Astronomia - Hangout de Sábado (25/10/14)

Observando o céu: 26/10 a 01/11/2014

14o. Aniversário da Associação de Astronomia Unificada de Mariápolis


A ASAUM (Associação de Astronomia Unificada de Mariápolis) tem a honra de convida-lo (a), para o evento especial do dia 30/10/2014 (quinta-feira) no Centro Cultural da cidade a partir das 19:30 hs, para comemoração dos seus 14 anos de fundação. O evento contará com uma pequena palestra e a atração principal que será uma GINCANA com perguntas de astronomia entre escolas de Adamantina e Mariápolis. Contará ainda com a presença de autoridades de nossa cidade e região e o público em geral. Sua presença fará nossa reunião ainda mais especial.

Site do evento:
https://www.facebook.com/events/620673878051798/?ref_newsfeed_story_type=regular