14 de nov. de 2014
“Tendência do INPE é Entrar em Decadência”, Adverte Fernando de Mendonça
(SindCT/Brazilian Space) Engenheiro eletrônico, PhD em Radiociências em Stanford, fundador e primeiro diretor do INPE e ex representante do Brasil na NASA, ele diz que não há reposição de pessoal no instituto e critica o CBERS Ele foi diretor científico do Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE), criado em 1961 pelo presidente Jânio Quadros e considerado o embrião do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Representou o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) junto à NASA, a agência espacial norte- -americana, posto que lhe permitiu manter contatos fundamentais, nos Estados Unidos, para o desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro e para a futura fundação do INPE. Tais credenciais fizeram do engenheiro eletrônico Fernando de Mendonça um dos fundadores do INPE — e seu primeiro diretor. Em 1977, após deixar o instituto, Mendonça foi diretor- executivo da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), até 1982.
Apaixonado por castelos medievais, esse PhD em Radiociências pela Universidade de Stanford construiu dois em São José dos Campos, e foi numa torre que recebeu a reportagem do Jornal do SindCT para esta entrevista. Aos 90 anos, Mendonça sustenta que o segredo da longevidade e juventude é nunca parar de trabalhar, nem de sonhar. “E tem que sonhar grande, porque o sonho pequeno e o sonho grande têm o mesmo preço, então não vamos perder tempo sonhando pequeno”.
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