29 de mar de 2016

Entendendo o impasse entre o Brasil e o maior consórcio astronômico do mundo


(Gizmodo) A comunidade astronômica brasileira está ansiosa por uma definição do governo brasileiro. Trata-se da possível entrada em definitivo do país no ESO (Observatório Europeu do Sul), que é considerado o maior consórcio astronômico do mundo – mas a atual crise política e econômica pode colocar tudo a perder.

Este consórcio de 15 países europeus mantém três observatórios astronômicos no deserto do Chile, e participa do ALMA – um observatório mantido em parceria com EUA, Canadá e países asiáticos.

O processo de adesão do Brasil ao ESO começou há seis anos. Na ocasião, Sérgio Rezende – ex-ministro de Ciência e Tecnologia, e físico por formação – assinou um acordo formalizando a entrada do país. Desde então, astrônomos brasileiros podem submeter suas observações em pé de igualdade com os outros países-membros. No entanto, o Brasil ainda não é um membro efetivo, por isso não participa de decisões importantes, e empresas brasileiras não podem concorrer a licitações para construção ou melhoria de telescópios.

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