15 de abr de 2016

Planetário conquista Etiqueta "A" em Eficiência Energética


(Fundação Planetário) A Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, além de promover a Astronomia e Ciências Afins, também se preocupa em tornar o seu espaço em um ambiente sustentável, seguindo as diretrizes e dimensões presentes em seu Plano Estratégico 2013-2022. Por meio de parceria firmada em 2012 com a Light, a Fundação Planetário vem desenvolvendo projetos que visam atingir maior nível de eficiência energética.

E as ações vêm rendendo frutos. Com apoio da agência GIZ (Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável) e por meio da parceria com a Light no âmbito do Programa de Eficiência Energética (PEE) da ANEEL, a Fundação Planetário conquistou a Etiqueta Classe A em eficiência energética para edificações públicas, no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem de Edificações (PBE Edifica), coordenado pelo Inmetro e pela Eletrobras, pelos projetos de melhorias na envoltória e no sistema de iluminação da Unidade Gávea.

O Rio de Janeiro faz parte das cidades líderes no compromisso ambiental, C40 – rede de metrópoles comprometidas com o combate às mudanças climáticas. E a Fundação é o primeiro órgão da Prefeitura do Rio a obter a etiqueta. “A instituição, através dos seus projetos de caráter sustentável, sela seu compromisso com o Plano Estratégico 2017-2020 da Prefeitura do Rio, que visa, dentre outros temas, uma cidade verde, sustentável e resiliente”, conta Tanize Richa, Presidente da Fundação Planetário.

Projetos contemplados na Etiqueta
O projeto do sistema de iluminação consiste em substituir todas as 1.457 lâmpadas do prédio por lâmpadas LED, que consomem menos energia e oferecem maior durabilidade. A medida acarretará a redução de 35.429W de potência instalada.

Já a reforma da envoltória prevê, entre outras medidas, a implantação de um sistema fotovoltaico integrado ao domus de vidro sobre o acesso ao Museu do Universo. Serão instalados 180 painéis compostos por células fotovoltaicas entre placas de vidro, que captarão a energia solar, transformando-a em energia elétrica para uso do prédio, além de atenuarem o ingresso de radiação solar no interior do prédio, diminuindo a demanda de ar condicionado. A transparência dos painéis assegurará o ingresso de luz natural e manterá a comunicação visual do visitante com o exterior.

A energia elétrica a ser gerada pelo sistema fotovoltaico, estimada em 37.014 kWh/ano, será equivalente ao consumo anual da Nave-Escola, uma das atrações do Museu. A demonstração do balanço entre a geração de energia elétrica fotovoltaica e o consumo energético de um setor específico do Museu será um dos recursos didáticos a serem explorados na Exposição “Sala do Sol”, a ser instalada futuramente no último andar do Museu. O objetivo será difundir a ideia do consumo consciente de energia para um público de 200 mil visitantes por ano, principalmente, crianças e jovens de escolas que visitam a instituição diariamente. Durante a visita, será possível conhecer um pouco mais sobre o funcionamento da tecnologia.

O objetivo é que até 2017 todas as fases do projeto sejam concluídas.

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