7 de out de 2016

UFRN recebe Encontro Regional de Cientistas e Educadores

O evento será em 8 de outubro, em Natal, no Anfiteatro das Aves do Centro de Biociências, localizado no Campus Central

(UFRN/JC) A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria com a Rede Nacional de Ciência para Educação (Rede CpE), realiza o Encontro Regional de Cientistas e Educadores, no dia oito de outubro, das 9h às 14h, no Anfiteatro das Aves do Centro de Biociências (CB), localizado no Campus Central.

O evento tem o objetivo de reunir cientistas, educadores e gestores para discutir os gargalos da educação brasileira, abordando temas como os fatores fisiológicos que influenciam o aprendizado, ensino de ciências naturais e matemáticas, alfabetização e compreensão da leitura, o papel do professor na aprendizagem, transtornos de aprendizagem, desigualdade educacional e histórias de sucesso na educação e na sociologia da cultura.

De acordo com o neurocientista e palestrante do evento, Sidarta Ribeiro, “especialmente no cenário brasileiro de subdesenvolvimento educacional, precisamos investigar sistematicamente a dieta, o sono e os exercícios físicos para otimizar o aprendizado escolar, pois o investimento na resolução de fatores fisiológicos limitantes pode permitir avanços substantivos, rápidos e em larga escala na nossa educação.”

As discussões levantadas no evento regional serão levadas para debate no I Encontro Nacional de Cientistas e Educadores, que ocorre nos dias 9 e 10 de dezembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ). Para participar do encontro em Natal, não é preciso efetuar inscrição. Os interessados também podem acompanhar a transmissão do evento.

Rede CpE
Criada em novembro de 2015, a Rede CpE é formada por mais de 70 grupos de pesquisas de todo o país unidos com o intuito de estimular estudos científicos que possam dar lastro a práticas e políticas educacionais baseadas em evidências. O projeto conta com o apoio do Instituto Ayrton Senna, do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor), da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação industrial (Embrapii) e do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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