6 de out. de 2014

“Conquistamos a carteirinha do clube oficial”, diz astrofísico sobre pesquisas brasileiras

Diretor do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA) enxerga a construção de um avançado instrumento astronômico como um sinal do crescente protagonismo do Brasil na comunidade científica




De acordo com Bruno Vaz Castilho, diretor do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), um espectrógrafo é uma máquina de medir elementos químicos em estrelas distantes, que faz como um “exame de sangue estelar”. É um instrumento desses que o LNA está em vias de concluir e instalar no Southern Astrophysical Research (SOAR), telescópio com a considerável abertura de quatro metros localizado nos Andes chilenos. O Brasil tem direito a 30% do tempo de uso, mesma parcela concedida aos parceiros Chile e Estados Unidos. O STELES (SOAR Telescope Èchelle Spectrograph) possui alta resolução, está entre os dez espectrógrafos mais avançados do mundo e estará à disposição da comunidade astronômica internacional.

GALILEU entrevistou o diretor do LNA, que explicou qual será a importância do STELES para a pesquisa brasileira em astrofísica e destacou também a valorização do pesquisador daqui no cenário científico mundial. “Em todas as fronteiras da ciência astronômica existe um brasileiro participando”, afirma. Confira a entrevista:

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