30 de jan. de 2015
29 de jan. de 2015
Boletim Observe! - Ano VI - Número 2 - Fevereiro de 2015
Boletim Informativo do Núcleo de Estudos e Observação Astronômica "José Brazilício de Souza" (NEOA – JBS) (clique no banner para acessar)
28 de jan. de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica abre inscrições
Evento chega a sua 18ª edição em 2015
(Mercado da Comunicação) Ao observar o céu à noite, você fica curioso com a formação das estrelas ou dos planetas? A origem das galáxias e os movimentos de cometas te intrigam? Então, o seu lugar é na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Fique atento, pois a edição desse ano já está com as inscrições abertas.
A prova vai acontecer no dia 15 de maio e é voltada para todos os estudantes dos ensinos fundamental e médio. Escolas públicas ou particulares que ainda não participam já podem se cadastrar pelo site (http://www.oba.org.br) ou por meio das fichas enviadas a todas as instituições de ensino. O prazo vai até o dia 15 de março e os exames acontecem em fase única.
O objetivo da OBA, de acordo com o Dr. João Batista Garcia Canalle, astrônomo e coordenador nacional do evento, é levar “a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens”.
A olimpíada é dividida em quatro níveis - os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto, para os do médio - e a prova é composta por dez perguntas: sete de Astronomia e três de Astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas serão distribuídas conforme a pontuação obtida.
Os melhores classificados representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2016. E os participantes dessa edição vão ainda concorrer a vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP) e em Natal (RN). Nelas, os alunos recebem material didático e assistem a palestras de especialistas.
Segundo Canalle, a iniciativa não tem a intenção de criar rivalidade entre escolas ou promover competição entre cidades ou estados: “Queremos promover a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de mantê-los atualizados”.
Até hoje, a OBA já conta com mais 6 milhões de participantes. Em 2014, a olimpíada teve a participação de 772.257 estudantes e distribuiu 43 mil medalhas, um aumento de 26% em relação à edição anterior. Foram 10.412 de ouro, 14.451 de prata e 17.693 de bronze.
Organização
A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). A coordenação da olimpíada ainda organiza, desde 2009, os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). São promovidos de 10 a 12 encontros por ano. O programa é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
Mais informações:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA):
http://www.oba.org.br
(Mercado da Comunicação) Ao observar o céu à noite, você fica curioso com a formação das estrelas ou dos planetas? A origem das galáxias e os movimentos de cometas te intrigam? Então, o seu lugar é na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Fique atento, pois a edição desse ano já está com as inscrições abertas.
A prova vai acontecer no dia 15 de maio e é voltada para todos os estudantes dos ensinos fundamental e médio. Escolas públicas ou particulares que ainda não participam já podem se cadastrar pelo site (http://www.oba.org.br) ou por meio das fichas enviadas a todas as instituições de ensino. O prazo vai até o dia 15 de março e os exames acontecem em fase única.
O objetivo da OBA, de acordo com o Dr. João Batista Garcia Canalle, astrônomo e coordenador nacional do evento, é levar “a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens”.
A olimpíada é dividida em quatro níveis - os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto, para os do médio - e a prova é composta por dez perguntas: sete de Astronomia e três de Astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas serão distribuídas conforme a pontuação obtida.
Os melhores classificados representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2016. E os participantes dessa edição vão ainda concorrer a vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP) e em Natal (RN). Nelas, os alunos recebem material didático e assistem a palestras de especialistas.
Segundo Canalle, a iniciativa não tem a intenção de criar rivalidade entre escolas ou promover competição entre cidades ou estados: “Queremos promover a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de mantê-los atualizados”.
Até hoje, a OBA já conta com mais 6 milhões de participantes. Em 2014, a olimpíada teve a participação de 772.257 estudantes e distribuiu 43 mil medalhas, um aumento de 26% em relação à edição anterior. Foram 10.412 de ouro, 14.451 de prata e 17.693 de bronze.
Organização
A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). A coordenação da olimpíada ainda organiza, desde 2009, os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). São promovidos de 10 a 12 encontros por ano. O programa é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
Mais informações:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA):
http://www.oba.org.br
27 de jan. de 2015
26 de jan. de 2015
Estação Cabo Branco inscreve para curso de Astronomia Básica
(PB Agora) A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano, inscreve para o curso de Astronomia Básica, que será ministrado a partir do mês de fevereiro. Estão à disposição dos interessados 30 vagas para as aulas que terão início a partir do dia 3 e seguem 3 de março, sempre as terças e quintas, das 19h às 21h, na Sala de Audiovisual, localizada no 2° pavimento da Torre Mirante. Os interessados devem ter a partir de 10 anos e procurar a recepção do auditório para preencher uma ficha de inscrição. As inscrições podem ser feitas até a véspera do curso.
Com duração total de 24 horas/aula, o curso é dividido em módulos. Durante as aulas, o aluno vai conhecer em abordagens teóricas e práticas a história da Astronomia, as principais constelações, a Terra e os seus movimentos, bem como aprender a operar os equipamentos de observação dos astros (lunetas,telescópios e binóculos).
De acordo com o professor Marcos Jerônimo, que será responsável pelo curso, dentro do cronograma, as aulas práticas ocorrerão nos dias 26 de fevereiro e 3 de março no Terraço Panorâmico - espaço destinado normalmente à observação pública da Lua e dos planetas, todos os domingos à noite. “A linguagem será a mais didática, com o foco nas pessoas que têm interesse em aprender mesmo não sendo versadas na ciência dos astros”, anuncia o professor.
O professor - Marcos Jerônimo Roque Barreto é geógrafo formado pela UFPB e astrônomo amador há 43 anos. É diretor técnico-científico da Associação Paraibana de Astronomia (APA). Tem especialização em Direito Ambiental (ex-Faculdade Francisco Mascarenhas, atual FIP), em Ensino de Astronomia (Universidade Cruzeiro do Sul – SP) e coordena o Laboratório de Astronomia da Estação Cabo Branco.
Serviço: Curso de Astronomia Básica Ministrante: Marcos Jerônimo Inscrições: Recepção do Auditório da Estação Cabo Branco Fones: 3214-8270, 3214-8303
22 de jan. de 2015
Olhe para o céu em 2015
Ano será repleto de fenômenos astronômicos visíveis a olho nu
(Mercado da Comunicação) O ano de 2015 trará ótimas oportunidades para admirar o céu à noite, prato cheio para quem tem luneta ou telescópio em casa. Mas se você não tem esses equipamentos, não se preocupe. Haverá fenômenos astronômicos que poderão ser facilmente observados a olho nu no Brasil. Para não perdê-los de vista, fique atento às dicas do professor Jair Barroso, pesquisador do Observatório Nacional e colaborador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).
Segundo o astrônomo, logo no começo de fevereiro, será possível identificar com facilidade o maior planeta do sistema solar: Júpiter. Um dos mais brilhantes do céu noturno, o planeta apresenta, em geral, um tom ligeiramente amarelado.
- A oposição de Júpiter se dará em 6 de fevereiro, quando ocorrerá o alinhamento: Sol-Terra-Júpiter. Isso permitirá que ele chame bastante a atenção dos observadores, pois será visível durante quase toda a noite. Além disso, no dia 3, ele estará em conjunção com a Lua. Ou seja, "próximo" ao nosso satélite natural, ajudando ainda mais na sua identificação - revela.
Barroso diz que em fevereiro será possível ver outro planeta conhecido: Saturno. Famoso pelos seus anéis, o astro poderá ser visto de madrugada, no lado nascente, na constelação do Escorpião. “E em 13 de fevereiro, antes de clarear o dia, a Lua vai compor com o planeta e a estrela Antares (o coração do Escorpião) um belo triângulo no céu”.
- Para facilitar a identificação, Antares estará à direita da Lua. E Saturno vai estar acima. Essa posição vai valer praticamente para todo o Brasil. Ao visualizar o fenômeno, seguindo as estrelas à direita da Lua e de Saturno, será possível observar facilmente a forma estilizada do Escorpião - diz.
Outro acontecimento com boa visibilidade envolverá Vênus, conhecido como Vesper, no poente, após o pôr do Sol, ou como Estrela Dalva, devido à sua aparição no leste, antes do nascer do Sol. Jair explica que no momento o planeta vem saindo de trás do Sol. Mas o seu afastamento vem aumentando progressivamente, tornando-o facilmente visível em breve. “No dia 6 de junho, teremos sua elongação máxima (maior ângulo Terra-Sol-Vênus) nessa temporada, 45°, no poente, o que favorecerá a sua observação”.
Mas não só de planetas ou cometas vivem os belos fenômenos astronômicos. De acordo com Barroso, a Lua, em seu passeio mensal pelo zodíaco, sempre reserva ótimas situações para observação, como, por exemplo, conjunções com importantes estrelas. Uma delas se dará com a gigante vermelha Aldebaran, a mais brilhante da constelação do Touro. Nosso satélite passará no final de janeiro, a 29, bem "perto" dela no céu no lado norte, visível já ao escurecer.
- Também conseguiremos ver as chamadas “Três Marias”, que formam o cinturão de Órion, olhando nas proximidades da conjunção acima. Por meio desses eventos, as pessoas poderão conhecer melhor o desenho de conhecidas constelações, ao menos suas estrelas principais – sugere.
O astrônomo diz ainda que no dia 28 de setembro acontecerá um eclipse lunar total. Isso acontece quando a Lua “passa” pela sombra do nosso planeta no espaço, chamada de umbra.
- Nessa região, ela recebe somente a luz refratada e filtrada pela atmosfera terrestre proveniente do Sol. Isso dá ao nosso satélite, em boa parte dos eclipses, uma tonalidade avermelhada, de forma mais ou menos acentuada conforme a composição de nossa atmosfera na ocasião - explica.
Barroso sugere que as pessoas tentem observar o céu noturno e se familiarizem com sua aparência. Isso ajuda a entender como os astros se movimentam. “Sempre que possível, acompanhe esses acontecimentos nos dias anteriores e posteriores a eventos e repare o quanto os astros se deslocam. É um ótimo exercício para mente e um ‘colírio’ para os olhos”.
(Mercado da Comunicação) O ano de 2015 trará ótimas oportunidades para admirar o céu à noite, prato cheio para quem tem luneta ou telescópio em casa. Mas se você não tem esses equipamentos, não se preocupe. Haverá fenômenos astronômicos que poderão ser facilmente observados a olho nu no Brasil. Para não perdê-los de vista, fique atento às dicas do professor Jair Barroso, pesquisador do Observatório Nacional e colaborador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).
Segundo o astrônomo, logo no começo de fevereiro, será possível identificar com facilidade o maior planeta do sistema solar: Júpiter. Um dos mais brilhantes do céu noturno, o planeta apresenta, em geral, um tom ligeiramente amarelado.
- A oposição de Júpiter se dará em 6 de fevereiro, quando ocorrerá o alinhamento: Sol-Terra-Júpiter. Isso permitirá que ele chame bastante a atenção dos observadores, pois será visível durante quase toda a noite. Além disso, no dia 3, ele estará em conjunção com a Lua. Ou seja, "próximo" ao nosso satélite natural, ajudando ainda mais na sua identificação - revela.
Barroso diz que em fevereiro será possível ver outro planeta conhecido: Saturno. Famoso pelos seus anéis, o astro poderá ser visto de madrugada, no lado nascente, na constelação do Escorpião. “E em 13 de fevereiro, antes de clarear o dia, a Lua vai compor com o planeta e a estrela Antares (o coração do Escorpião) um belo triângulo no céu”.
- Para facilitar a identificação, Antares estará à direita da Lua. E Saturno vai estar acima. Essa posição vai valer praticamente para todo o Brasil. Ao visualizar o fenômeno, seguindo as estrelas à direita da Lua e de Saturno, será possível observar facilmente a forma estilizada do Escorpião - diz.
Outro acontecimento com boa visibilidade envolverá Vênus, conhecido como Vesper, no poente, após o pôr do Sol, ou como Estrela Dalva, devido à sua aparição no leste, antes do nascer do Sol. Jair explica que no momento o planeta vem saindo de trás do Sol. Mas o seu afastamento vem aumentando progressivamente, tornando-o facilmente visível em breve. “No dia 6 de junho, teremos sua elongação máxima (maior ângulo Terra-Sol-Vênus) nessa temporada, 45°, no poente, o que favorecerá a sua observação”.
Mas não só de planetas ou cometas vivem os belos fenômenos astronômicos. De acordo com Barroso, a Lua, em seu passeio mensal pelo zodíaco, sempre reserva ótimas situações para observação, como, por exemplo, conjunções com importantes estrelas. Uma delas se dará com a gigante vermelha Aldebaran, a mais brilhante da constelação do Touro. Nosso satélite passará no final de janeiro, a 29, bem "perto" dela no céu no lado norte, visível já ao escurecer.
- Também conseguiremos ver as chamadas “Três Marias”, que formam o cinturão de Órion, olhando nas proximidades da conjunção acima. Por meio desses eventos, as pessoas poderão conhecer melhor o desenho de conhecidas constelações, ao menos suas estrelas principais – sugere.
O astrônomo diz ainda que no dia 28 de setembro acontecerá um eclipse lunar total. Isso acontece quando a Lua “passa” pela sombra do nosso planeta no espaço, chamada de umbra.
- Nessa região, ela recebe somente a luz refratada e filtrada pela atmosfera terrestre proveniente do Sol. Isso dá ao nosso satélite, em boa parte dos eclipses, uma tonalidade avermelhada, de forma mais ou menos acentuada conforme a composição de nossa atmosfera na ocasião - explica.
Barroso sugere que as pessoas tentem observar o céu noturno e se familiarizem com sua aparência. Isso ajuda a entender como os astros se movimentam. “Sempre que possível, acompanhe esses acontecimentos nos dias anteriores e posteriores a eventos e repare o quanto os astros se deslocam. É um ótimo exercício para mente e um ‘colírio’ para os olhos”.
21 de jan. de 2015
20 de jan. de 2015
Exposição usa arte e interatividade para apresentar conceitos
A partir de 22 de janeiro, no Museu de Astronomia e Ciências Afins.
Sucesso na França, a mostra “Um olhar nos espaços de dimensão 3” utiliza imagens, animações e instalações interativas para que público se sinta imerso em ambientes tridimensionais.
O Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) irá receber a exposição “Um olhar nos espaços de dimensão 3” que após ser apresentada com sucesso em importantes instituições na França, entre elas a Universidade de Paris, chega ao Brasil com o objetivo de revelar a beleza contida em alguns conceitos revolucionários da matemática, especialmente no campo da geometrização.
Para isso, combina arte e interatividade em instalações que proporcionam ao público a sensação de estar realmente imerso em ambientes tridimensionais. As noções são descritas sem formulas e com o mínimo de textos. A mostra estará em cartaz no MAST a partir de 22 de janeiro.
O projeto está inserido em um trabalho de investigação científica de alto nível em matemática que, através da exposição, busca apresentar ao grande público os resultados do trabalho de Grigori Perelman. Em 2002, o matemático russo resolveu a famosa Conjectura de Poincaré, problema matemático que estava sem solução desde 1904. Perelman provou também o teorema do matemático americano Willian Thurston, sobre a classificação dos espaços 3D. Na exposição, os visitantes terão a oportunidade de se familiarizar com esses conceitos e entender melhor a natureza dos espaços tridimensionais.
A realização da exposição é fruto da colaboração de um grupo multidisciplinar, formado por pesquisadores e artistas brasileiros e franceses de importantes instituições, como o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), o Centre national de la recherche scientifique (França), o MAST e a Universidade Federal Fluminense (UFF).
Clique aqui para visitar o hotsite da exposição.
Sucesso na França, a mostra “Um olhar nos espaços de dimensão 3” utiliza imagens, animações e instalações interativas para que público se sinta imerso em ambientes tridimensionais.
O Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) irá receber a exposição “Um olhar nos espaços de dimensão 3” que após ser apresentada com sucesso em importantes instituições na França, entre elas a Universidade de Paris, chega ao Brasil com o objetivo de revelar a beleza contida em alguns conceitos revolucionários da matemática, especialmente no campo da geometrização.
Para isso, combina arte e interatividade em instalações que proporcionam ao público a sensação de estar realmente imerso em ambientes tridimensionais. As noções são descritas sem formulas e com o mínimo de textos. A mostra estará em cartaz no MAST a partir de 22 de janeiro.
O projeto está inserido em um trabalho de investigação científica de alto nível em matemática que, através da exposição, busca apresentar ao grande público os resultados do trabalho de Grigori Perelman. Em 2002, o matemático russo resolveu a famosa Conjectura de Poincaré, problema matemático que estava sem solução desde 1904. Perelman provou também o teorema do matemático americano Willian Thurston, sobre a classificação dos espaços 3D. Na exposição, os visitantes terão a oportunidade de se familiarizar com esses conceitos e entender melhor a natureza dos espaços tridimensionais.
A realização da exposição é fruto da colaboração de um grupo multidisciplinar, formado por pesquisadores e artistas brasileiros e franceses de importantes instituições, como o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), o Centre national de la recherche scientifique (França), o MAST e a Universidade Federal Fluminense (UFF).
Clique aqui para visitar o hotsite da exposição.
19 de jan. de 2015
16 de jan. de 2015
Os principais fenômenos astronômicos que você verá em 2015
(Super) Janeiro é o mês de anotar na agenda os dias especiais indicados pelos nossos queridos astrônomos. Para prever os espetáculos celestes que marcarão 2015, eles não precisam consultar nenhuma bola de cristal, a única ferramenta necessária é a matemática – e um bom processador. “Toda a área da mecânica celeste, que envolve as interações gravitacionais entre os corpos e seus movimentos, é baseada em leis físicas muito bem conhecidas: a teoria da gravitação, formulada por Isaac Newton no século 17. Desse modo, é possível simular por computador os movimentos e as interações gravitacionais entre todos os corpos do sistema solar, e assim prever suas posições”, explica o professor Roberto Costa, chefe do Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP.
15 de jan. de 2015
Efemérides astronômicas: de 11 a 20 de janeiro de 2015
(O Guardador de Estrelas) Lá se foi o primeiro terço de janeiro. Sigamos em frente. Sol permanece em Sagitário até o dia 19.
Mercúrio alcançou sua maior proximidade angular com Vênus neste dia 10. Hoje e nos próximos dias poderemos ver ambos os planetas se afastarem novamente. No dia 14 Mercúrio alcança sua maior elongação leste e, então, dia após dia, perderá altura em relação ao horizonte oeste, até se tornar difuso nos tons encarnados do arrebol.
14 de jan. de 2015
Orçamento de Figueira de Castelo Rodrigo envolveu oposição e munícipes
(Lusa / Porto Canal - Portugal) Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, 09 jan (Lusa) - A Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo tem um orçamento de 13,5 milhões de euros para este ano, que foi elaborado com o contributo da oposição e dos munícipes, disse hoje a autarquia.
"Envolvemos a oposição na preparação do orçamento e também houve a participação cívica", disse hoje à agência Lusa o autarca local.
Segundo Paulo Langrouva (PS), pela primeira vez foi dada a possibilidade de os habitantes do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, no distrito da Guarda, junto da fronteira com Espanha, participarem na elaboração do documento, tendo decorrido um período para receção de sugestões e de ideias para concretizar este ano.
"Ainda recebemos uma dúzia, ou mais, de contributos [dos habitantes]. Alguns foram aceites e outros não", referiu.
O orçamento municipal de 2015, que regista um aumento de cerca de três milhões de euros relativamente ao do ano anterior, foi aprovado por unanimidade pela Assembleia Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo.
"Este ano, como estamos a entrar no próximo quadro comunitário de apoio, estamos a ser um bocado mais ambiciosos do que em 2014. A própria oposição também achou que devíamos ser ambiciosos", disse Paulo Langrouva.
O autarca socialista referiu que as grandes opções do plano e o orçamento camarário para este ano assentam no lema do seu mandato denominado "cuidar das pessoas".
A autarquia de Figueira de Castelo Rodrigo prevê realizar ações em vários setores e concretizar "equipamentos diferenciados" com recurso aos fundos comunitários.
"Cuidar das pessoas na qualidade de empresários, agricultores e produtores, através de políticas de dinamização económica que, com parceiros estratégicos, divulguem os produtos e provoquem fluxos de pessoas ao concelho, gerando mais rendimento aos agentes económicos", é uma das prioridades.
Na educação, é salientada a melhoria da qualidade do ensino, obtida com a remodelação do parque escolar, que significa um investimento de mais de um milhão de euros.
Construir um Centro Cívico na sede do concelho e proporcionar serviços de saúde, "através da contratação do Seguro Saúde Municipal - Figueira Saudável", são outras das propostas.
Está ainda prevista a criação de "equipamentos diferenciados" que acrescentem competitividade ao município, designadamente a construção de um Centro Interpretativo da Batalha de Castelo Rodrigo e de um observatório astronómico, avaliados em dois milhões de euros.
"Este orçamento vai contribuir para, de uma forma sustentável, transformar o nosso concelho num território de qualidade: qualidade ambiental, qualidade do espaço público, qualidade nas prestações sociais e de saúde, qualidade do ambiente social. Só a qualidade gera atração/fixação de dinâmicas", segundo a autarquia.
"Envolvemos a oposição na preparação do orçamento e também houve a participação cívica", disse hoje à agência Lusa o autarca local.
Segundo Paulo Langrouva (PS), pela primeira vez foi dada a possibilidade de os habitantes do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, no distrito da Guarda, junto da fronteira com Espanha, participarem na elaboração do documento, tendo decorrido um período para receção de sugestões e de ideias para concretizar este ano.
"Ainda recebemos uma dúzia, ou mais, de contributos [dos habitantes]. Alguns foram aceites e outros não", referiu.
O orçamento municipal de 2015, que regista um aumento de cerca de três milhões de euros relativamente ao do ano anterior, foi aprovado por unanimidade pela Assembleia Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo.
"Este ano, como estamos a entrar no próximo quadro comunitário de apoio, estamos a ser um bocado mais ambiciosos do que em 2014. A própria oposição também achou que devíamos ser ambiciosos", disse Paulo Langrouva.
O autarca socialista referiu que as grandes opções do plano e o orçamento camarário para este ano assentam no lema do seu mandato denominado "cuidar das pessoas".
A autarquia de Figueira de Castelo Rodrigo prevê realizar ações em vários setores e concretizar "equipamentos diferenciados" com recurso aos fundos comunitários.
"Cuidar das pessoas na qualidade de empresários, agricultores e produtores, através de políticas de dinamização económica que, com parceiros estratégicos, divulguem os produtos e provoquem fluxos de pessoas ao concelho, gerando mais rendimento aos agentes económicos", é uma das prioridades.
Na educação, é salientada a melhoria da qualidade do ensino, obtida com a remodelação do parque escolar, que significa um investimento de mais de um milhão de euros.
Construir um Centro Cívico na sede do concelho e proporcionar serviços de saúde, "através da contratação do Seguro Saúde Municipal - Figueira Saudável", são outras das propostas.
Está ainda prevista a criação de "equipamentos diferenciados" que acrescentem competitividade ao município, designadamente a construção de um Centro Interpretativo da Batalha de Castelo Rodrigo e de um observatório astronómico, avaliados em dois milhões de euros.
"Este orçamento vai contribuir para, de uma forma sustentável, transformar o nosso concelho num território de qualidade: qualidade ambiental, qualidade do espaço público, qualidade nas prestações sociais e de saúde, qualidade do ambiente social. Só a qualidade gera atração/fixação de dinâmicas", segundo a autarquia.
13 de jan. de 2015
Cometa recém-descoberto, Lovejoy está visível no céu do Brasil até o fim do mês
Com um tênue brilho azul-esverdeado, ele pode ser visto facilmente com binóculos ou pequenos telescópios
(O Globo) Descoberto pelo astrônomo amador e caçador de cometas australiano Terry Lovejoy em 17 de agosto do ano passado, o cometa C/2014 Q2 Lovejoy acaba de atingir seu ponto de maior aproximação da Terra e ficará visível no céu do Brasil ao longo das próximas semanas. Com uma magnitude aparente por volta de 5 atualmente, ele poderá ser visto com facilidade com a ajuda de binóculos ou pequenos telescópios enquanto atravessa parte das constelações de Touro, Áries e do Triângulo, afastando-se à esquerda de Órion (cujo cinturão são as facilmente reconhecíveis “Três Marias”) entre as noites de hoje e do próximo dia 31.
Com um tênue brilho azul-esverdeado, o cometa está perto do limite da capacidade de observação a olho nu na escala usada pelos astrônomos, por volta da magnitude 6. Nesta escala, quanto maior o número, menor o brilho do objeto celeste. A Lua cheia, por exemplo, tem magnitude aparente de quase -13, enquanto a estrela mais brilhante do céu noturno, Sírius, tem magnitude aparente de -1,47. Assim, como no caso das chuvas de meteoros, as condições ideais para ver o Lovejoy incluem procurar um local com céu sem limpo e escuro, o mais afastado possível da poluição luminosa das grandes cidades.
Assim como outros cometas, o Lovejoy é um aglomerado de gelo, poeira e rochas que orbita o Sol. Classificado como de “longo período”, a última vez que ele esteve na nossa vizinhança no Sistema Solar foi há cerca de 11,5 mil anos e, após esta passagem, só deve retornar daqui a 8 mil anos. Seu núcleo foi estimado como tendo entre três e cinco quilômetros de diâmetro, mas sua cabeça visível, ou coma, formada pelos gases, vapor e poeira expelidos a medida em que se aproxima do Sol, atinge cerca de 600 mil quilômetros de largura. Já a característica cauda dos cometas formada pelos mesmos materiais, porém, é extremamente tênue e praticamente invisível no caso do Lovejoy.
(O Globo) Descoberto pelo astrônomo amador e caçador de cometas australiano Terry Lovejoy em 17 de agosto do ano passado, o cometa C/2014 Q2 Lovejoy acaba de atingir seu ponto de maior aproximação da Terra e ficará visível no céu do Brasil ao longo das próximas semanas. Com uma magnitude aparente por volta de 5 atualmente, ele poderá ser visto com facilidade com a ajuda de binóculos ou pequenos telescópios enquanto atravessa parte das constelações de Touro, Áries e do Triângulo, afastando-se à esquerda de Órion (cujo cinturão são as facilmente reconhecíveis “Três Marias”) entre as noites de hoje e do próximo dia 31.
Com um tênue brilho azul-esverdeado, o cometa está perto do limite da capacidade de observação a olho nu na escala usada pelos astrônomos, por volta da magnitude 6. Nesta escala, quanto maior o número, menor o brilho do objeto celeste. A Lua cheia, por exemplo, tem magnitude aparente de quase -13, enquanto a estrela mais brilhante do céu noturno, Sírius, tem magnitude aparente de -1,47. Assim, como no caso das chuvas de meteoros, as condições ideais para ver o Lovejoy incluem procurar um local com céu sem limpo e escuro, o mais afastado possível da poluição luminosa das grandes cidades.
Assim como outros cometas, o Lovejoy é um aglomerado de gelo, poeira e rochas que orbita o Sol. Classificado como de “longo período”, a última vez que ele esteve na nossa vizinhança no Sistema Solar foi há cerca de 11,5 mil anos e, após esta passagem, só deve retornar daqui a 8 mil anos. Seu núcleo foi estimado como tendo entre três e cinco quilômetros de diâmetro, mas sua cabeça visível, ou coma, formada pelos gases, vapor e poeira expelidos a medida em que se aproxima do Sol, atinge cerca de 600 mil quilômetros de largura. Já a característica cauda dos cometas formada pelos mesmos materiais, porém, é extremamente tênue e praticamente invisível no caso do Lovejoy.
12 de jan. de 2015
Turistas poderão observar o céu de Porto de Galinhas no mês de janeiro
Idealizado por Sofía Méndez e Daniel Ekdesman, projeto argentino Miradas, conta com o apoio da Secretaria de Turismo do Ipojuca e aporta no balneário durante o mês de janeiro
(Diário de Pernambuco) Criado em 2011, o projeto Miradas já percorreu aproximadamente 40 cidades da América Latina. O objetivo da iniciativa é proporcionar experiências na área de astronomia. No Brasil, o primeiro município visitado pela iniciativa é Ipojuca. Durante o mês de janeiro, turistas que aportarem em Porto de Galinhas, principal destino turístico do Litoral Sul de Pernambuco, terão a oportunidade de ver o céu do balneário por meio de um telescópio móvel.
Em parceria com a Secretaria de Turismo do Ipojuca, o projeto Miradas ficará sediado na Rua Beijupirá, diariamente, a partir das 19h. Quem passar pela via encontrará uma van colorida. Por dentro, uma espécie de estúdio cientifico, com um telescópio para observação do céu. Idealizado pelo casal argentino Sofía Méndez e Daniel Ekdesman. A dupla fica também disponível a dar explicações didáticas sobre o funcionamento do cosmos. Para o secretário de Turismo do município, Rui Xavier, a ação é mais um chamariz de visitantes. "Preparamos o nosso litoral para a abertura do verão. Esse é mais um atrativo, dentre tantos outros que estão sendo ofertados para os munícipes e turistas", destacou.
(Diário de Pernambuco) Criado em 2011, o projeto Miradas já percorreu aproximadamente 40 cidades da América Latina. O objetivo da iniciativa é proporcionar experiências na área de astronomia. No Brasil, o primeiro município visitado pela iniciativa é Ipojuca. Durante o mês de janeiro, turistas que aportarem em Porto de Galinhas, principal destino turístico do Litoral Sul de Pernambuco, terão a oportunidade de ver o céu do balneário por meio de um telescópio móvel.
Em parceria com a Secretaria de Turismo do Ipojuca, o projeto Miradas ficará sediado na Rua Beijupirá, diariamente, a partir das 19h. Quem passar pela via encontrará uma van colorida. Por dentro, uma espécie de estúdio cientifico, com um telescópio para observação do céu. Idealizado pelo casal argentino Sofía Méndez e Daniel Ekdesman. A dupla fica também disponível a dar explicações didáticas sobre o funcionamento do cosmos. Para o secretário de Turismo do município, Rui Xavier, a ação é mais um chamariz de visitantes. "Preparamos o nosso litoral para a abertura do verão. Esse é mais um atrativo, dentre tantos outros que estão sendo ofertados para os munícipes e turistas", destacou.
9 de jan. de 2015
DAQUI A 10 DIAS - Conjunção Marte e Netuno
19/JAN - CONJUNÇÃO MARTE-NETUNO
***Marte a 0,3 grau ao sul de Netuno***
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
A-ATIVIDADES OBSERVACIONAIS:
Nomes para evento (observacional):
. Marte encontra Netuno
. A Guerra e os Mares – Marte encontra Netuno
. Marte e Netuno: encontro de deuses
. A Lança e o Tridente – Marte encontra Netuno
. A Lança encontra o Tridente no céu
. Marte anuncia Netuno (porque Netuno só poderá ser localizado tendo Marte como referência)
. O deus dos Mares no Aquário, com Marte
. Aquário de planetas: Marte e Netuno
DICA: se for anunciar ou divulgar algum evento observacional envolvendo planetas, procure evitar criar materiais usando fotos nítidas e ampliadas desses astros, obtidas de missões espaciais. Muitas vezes o grande público espera ver pelo telescópio algo com a mesma definição e qualidade, o que não irá acontecer. Se você não tiver tempo para ensinar e explicar como os planetas aparecerão num instrumento óptico, o impacto da sua atividade será negativo.
Você pode usar, por exemplo, os símbolos planetários acima para fazer uma arte na divulgação, sem dar referências de imagens dos planetas. Assim o impacto será bastante positivo quando o público observar e muitos automaticamente irão entender que o tamanho que aparece o planeta está relacionado à distância. Parece óbvio, mas muitos não entendem isso de primeira e ficam decepcionados.
B-PALESTRAS:
. Histórico de missões a Marte
. Últimas descobertas em Marte (com ênfase em 2014)
. Cronologia de futuras missões a Marte
. História sobre Netuno (primeiro planeta descoberto através do cálculo)
. Últimas descobertas em Netuno (com ênfase em 2014, se houver)
. Marte e Netuno - mitologia
. Mariner 4 - 50 anos (ver efemérides para detalhes).
C-INFORMAÇÕES:
. Magnitude Marte: 1,37
. Magnitude Netuno: 7,96
. Estrela de referência: Sigma Aquarii
. Próxima conjunção entre os dois planetas: 31/12/2016.
D-EFEMÉRIDES:
. Há 50 anos (1965) a sonda Mariner 4 tornou-se o primeiro artefato com aproximação bem sucedida ao planeta Marte, enviando as primeiras fotografias da superfície marciana.
Divulgue GRATUITAMENTE sua atividade, enviando informações detalhadas do evento para gaea.faleconosco@gmail.com
Férias em Manaus incluem visita a planetário e contato com natureza
(...)
ExperCiência e o Planetário
(G1) "ExperCiência" e o "Planetário" vão ocorrer de 10 de janeiro a 20 de fevereiro, no Manauara Shopping. Na "ExperCiência", o público poderá interagir com divertidos experimentos que importantes para a evolução humana, como a Bancada Ótica, que permite a observação no comportamento da trajetória da luz e a Antena Parabólica, feita para captar sons de baixa intensidade em longa distância.
Já o "Planetário" terá como cenário um planetário inflável. Além de observar o céu, adultos e crianças, a partir de três anos, assistirão a uma explanação didática e interativa sobre o universo. Ao entrar no planetário, o público será recebido por um guia para fazer a viagem simulada pelo sistema solar.
Local: Manauara Shopping: de segunda a sábado, das 10h às 22h; e aos domingos e feriados, das 14h às 21h.
Ingresso: A entrada para o Planetário é gratuita para crianças menores de cinco anos e custa apenas R$10 para os demais visitantes.
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Outras atrações aqui
Há um cometa raro, brilhante e fácil de achar cruzando nossos céus, ninguém na TV anunciará sua passagem
(Alexandre Ribeiro) O conceito de cometa é talvez o que a sabedoria popular possui ideia mais errada entre todos os conceitos de astronomia. Um dos principais motivos é que praticamente ninguém da nossa geração de lâmpadas elétricas teve a oportunidade de ver algum. Para nós do Hemisfério Sul, uma das melhores chances de mudar este cenário é agora!
Infelizmente ninguém na TV noticiará a passagem do cometa C/2014 Q2 Lovejoy, um dos mais brilhantes a passar pelo nosso céu em anos. Não é um cometa espetacular, pois sua cauda é praticamente inexistente, então seu apelo midiático é bastante pequeno. O fato dele ser melhor visível em locais abaixo da Linha do Equador piora a divulgação, já que em geral a mídia daqui só copia e cola o que é divulgado em jornais dos EUA e Europa. É por isso que a maioria das coisas de astronomia que chegam aos ouvidos de nós brasileiros são praticamente irrelevantes, já que não podemos ver as mesmas coisas do céu de quem está no Hemisfério Norte.
Neil deGrasse Tyson irá apresentar talk show
Após o sucesso de Cosmos, o astrofísico deverá ter seu próprio programa sobre astronomia: "Star Talk"
(IFL Science / Galileu) O canal National Geographic americano acaba de anunciar que Neil deGrasse Tyson, astrofísico-celebridade, irá apresentar um talk show. Após o sucesso de sua adaptação de Cosmos (originalmente liderado por Carl Sagan), Tyson filmará o novo programa no Planetário Hayden do Museu Americano de História Natural, onde é diretor.
A ideia é adaptar o podcast "Star Talk", apresentado pelo cientista, para o vídeo. "Continuar a maravilhar e a empolgar as pessoas através do Star Talk, um projeto pelo qual sou apaixonado, é mais do que gratificante", declarou Tyson.
O programa deve estrear nos EUA em abril, com tópicos como Big Bang e vida extraterrestre. Ainda não se sabe quando o show será transmitido no Brasil.
(IFL Science / Galileu) O canal National Geographic americano acaba de anunciar que Neil deGrasse Tyson, astrofísico-celebridade, irá apresentar um talk show. Após o sucesso de sua adaptação de Cosmos (originalmente liderado por Carl Sagan), Tyson filmará o novo programa no Planetário Hayden do Museu Americano de História Natural, onde é diretor.
A ideia é adaptar o podcast "Star Talk", apresentado pelo cientista, para o vídeo. "Continuar a maravilhar e a empolgar as pessoas através do Star Talk, um projeto pelo qual sou apaixonado, é mais do que gratificante", declarou Tyson.
O programa deve estrear nos EUA em abril, com tópicos como Big Bang e vida extraterrestre. Ainda não se sabe quando o show será transmitido no Brasil.
8 de jan. de 2015
Museu do Eclipse fechará em janeiro
(Diário do Nordeste) O Museu do Eclipse, em Sobral, ficará fechado à visitação neste mês de janeiro, em decorrência das obras de requalificação da Praça do Patrocínio, onde está localizado. O espaço, no entanto, realizará, em logradouros da cidade, atividades de observação da Lua e outros corpos celestes abertas ao público.
De MG, amadores vigiam sozinhos asteroides que podem atingir a Terra
(Folha) Tirando dinheiro do próprio bolso, um grupo de astrônomos amadores de Minas Gerais está ajudando a proteger a Terra de asteroides potencialmente perigosos.
Há um ano, Cristóvão Jacques, João Ribeiro e Eduardo Pimentel inauguraram o Sonear (sigla inglesa para Observatório Austral para Pesquisa de Asteroides Próximos à Terra). Instalado em Oliveira (MG), pequena cidade a 150 km de Belo Horizonte, ele tem sido a única linha de defesa contra bólidos celestes visíveis só no hemisfério Sul.
A essa altura, o observatório já descobriu 11 asteroides cujas órbitas se aproximam da Terra –em dois casos perigosamente até, embora sem risco imediato de colisão.
Além disso, foram descobertos outros 10 asteroides localizados no cinturão entre as órbitas de Marte e Júpiter. Isso sem falar nos dois primeiros cometas descobertos no Brasil, por brasileiros, com telescópio nacional.
Jacques, físico que atua na construção civil e pratica a astronomia de forma amadora (ou seja, sem ser pago para isso), lidera a iniciativa.
Ao lembrar a primeira descoberta, em janeiro de 2014, mostra à reportagem da Folha um e-mail de congratulações enviado pelo coordenador do setor responsável pelo controle de asteroides na IAU (União Astronômica Internacional). "Vocês têm o céu do sul todo para vocês."
Explica-se: praticamente todos os esforços sistemáticos de busca por esses objetos estão no hemisfério Norte.
Do lado de cá do equador, a única potencial concorrência ao Sonear, o observatório de Siding Spring, na Austrália, interrompeu suas buscas.
A infraestrutura do Sonear começou com um telescópio de 450 mm de diâmetro, fabricado sob encomenda no Brasil. A ele se somou um segundo equipamento, menor, fabricado pela empresa americana Celestron. Os amigos já gastaram mais de R$ 100 mil.
"O João [Ribeiro] financiou a construção, e eu financiei os equipamentos", diz Jacques. "A grana é do nosso bolso."
Operados remotamente, eles perscrutam o céu tirando fotos sucessivas de determinadas regiões, em busca de pontos de luz em movimento. Um software analisa as imagens e separa potenciais descobertas, já descartando objetos previamente catalogados, com órbitas conhecidas.
Nem tudo que o computador separa é um novo achado, contudo. Após a triagem automática, o trio precisa passar pelas imagens pessoalmente e fazer uma análise para confirmar que não se trata de um alarme falso.
O passo seguinte é reportar a possível descoberta à IAU, para que outros astrônomos possam apontar seus telescópios para lá e confirmá-la. Só então o asteroide ou cometa entra na lista oficial.
Um aspecto curioso disso é que muitos asteroides são descobertos e depois perdidos, por falta de acompanhamento. Além dos novos objetos, o Sonear já encontrou dois asteroides "perdidos".
O sucesso anima os astrônomos amadores, mas eles garantem que esse é só o começo. "Ainda há muita coisa por fazer", diz João Ribeiro.
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Matéria com vídeo aqui
7 de jan. de 2015
Hubble marca 25º aniversário com foto renovada de 'velha conhecida'
Feita em 1995, imagem de pilares da Nebulosa de Águia apareceu em livros e filmes; agora, ela foi refeita com ângulo mais aberto e o dobro da resolução.
(BBC/G1) O telescópio Hubble, que em 2015 completa 25 anos em órbita, registrou novas imagens impactantes de dois conhecidos corpos celestes. Revisitando uma de suas fotos mais antigas e mais famosas, o telescópio capturou uma nova visão da Neb
E uma montagem com 13 mil fotos da nossa vizinha galáxia de Andrômeda se tornou o maior imagem já feita pelo telescópio. Ambas as imagens foram reveladas em Seattle, em uma reunião da Sociedade Astronômica Americana.
Paul Scowen, da Arizona State University, descreveu as fotos da Nebulosa da Águia como "novas imagens de uma velha amiga".
A imagem original, feita em 1995, dos pilares de formação estelar de nuvens de poeira e gás foi uma sensação e, desde então, tem aparecido em inúmeras capas de livros, nas telas de cinema e em camisetas.
Graças a melhorias nos sistemas do Hubble, a nova representação tem um ângulo mais aberto e uma resolução duas vezes maior que a da foto original.
Ele também permite que astrônomos como Scowen vejam o que mudou em 20 anos - apesar de todas as mudanças realmente terem ocorrido há 7 mil anos, por causa da distância.
Scowen e sua equipe só tiveram algumas semanas para analisar as imagens, mas ele diz que já é possível perceber que "sim, algumas coisas mudaram" - incluindo as pontas dos jatos explodindo do lado dos pilares de cinco anos-luz de altura.
Esses jatos tornam-se "placas de sinalização, apontando para onde as estrelas foram feitas", disse. O segundo lançamento impressionante é conhecido como a Panchromatic Hubble Andromeda Treasury ou PHAT.
Ele retrata a Galáxia de Andrômeda, o grande vizinho da nossa Via Láctea, a um nível recorde de detalhe.
Julianne Dalcanton, da Universidade de Washington, explicou que Andrômeda é provavelmente maior do que a Via Láctea e ocupa mais do céu do que a Lua.
Foram 39 meses para reunir as milhares de imagens, em três diferentes comprimentos de onda de luz, que juntos mostram uma grande varredura da galáxia em forma de panqueca a cerca de dois milhões de anos-luz de distância.
É importante ressaltar que elas têm resolução nítida o suficiente para retratar individualmente muitas das 100 milhões de estrelas capturadas na imagem. "A imagem é muito boa, mas a glória dela é que podemos dar zoom," disse Dalcanton.
Assim como as estrelas individuais, a grande imagem promete um tesouro feito de nuvens de poeira, aglomerados de estrelas, regiões de formação de estrelas e muito mais - para os astrônomos buscarem insights sobre como as galáxias se formam e se transformam.
(BBC/G1) O telescópio Hubble, que em 2015 completa 25 anos em órbita, registrou novas imagens impactantes de dois conhecidos corpos celestes. Revisitando uma de suas fotos mais antigas e mais famosas, o telescópio capturou uma nova visão da Neb
E uma montagem com 13 mil fotos da nossa vizinha galáxia de Andrômeda se tornou o maior imagem já feita pelo telescópio. Ambas as imagens foram reveladas em Seattle, em uma reunião da Sociedade Astronômica Americana.
Paul Scowen, da Arizona State University, descreveu as fotos da Nebulosa da Águia como "novas imagens de uma velha amiga".
A imagem original, feita em 1995, dos pilares de formação estelar de nuvens de poeira e gás foi uma sensação e, desde então, tem aparecido em inúmeras capas de livros, nas telas de cinema e em camisetas.
Graças a melhorias nos sistemas do Hubble, a nova representação tem um ângulo mais aberto e uma resolução duas vezes maior que a da foto original.
Ele também permite que astrônomos como Scowen vejam o que mudou em 20 anos - apesar de todas as mudanças realmente terem ocorrido há 7 mil anos, por causa da distância.
Scowen e sua equipe só tiveram algumas semanas para analisar as imagens, mas ele diz que já é possível perceber que "sim, algumas coisas mudaram" - incluindo as pontas dos jatos explodindo do lado dos pilares de cinco anos-luz de altura.
Esses jatos tornam-se "placas de sinalização, apontando para onde as estrelas foram feitas", disse. O segundo lançamento impressionante é conhecido como a Panchromatic Hubble Andromeda Treasury ou PHAT.
Ele retrata a Galáxia de Andrômeda, o grande vizinho da nossa Via Láctea, a um nível recorde de detalhe.
Julianne Dalcanton, da Universidade de Washington, explicou que Andrômeda é provavelmente maior do que a Via Láctea e ocupa mais do céu do que a Lua.
Foram 39 meses para reunir as milhares de imagens, em três diferentes comprimentos de onda de luz, que juntos mostram uma grande varredura da galáxia em forma de panqueca a cerca de dois milhões de anos-luz de distância.
É importante ressaltar que elas têm resolução nítida o suficiente para retratar individualmente muitas das 100 milhões de estrelas capturadas na imagem. "A imagem é muito boa, mas a glória dela é que podemos dar zoom," disse Dalcanton.
Assim como as estrelas individuais, a grande imagem promete um tesouro feito de nuvens de poeira, aglomerados de estrelas, regiões de formação de estrelas e muito mais - para os astrônomos buscarem insights sobre como as galáxias se formam e se transformam.
USP oferece semana de cursos gratuitos para professores da rede pública em janeiro
Aulas serão realizadas entre os dias 12 e 16 de janeiro em diferentes unidades da universidade
(R7) Entre os dias 12 e 16 de janeiro de 2015, o Instituto de Física da USP (Universidade de São Paulo) irá promover o 9º Encontro USP-Escola. Durante a semana, serão oferecidos cursos e palestras gratuitas a professores da rede pública. Há vagas para 500 docentes interessados.
Os cursos a serem ministrados irão abordar temas vinculados às áreas de história, astronomia, física, química, comunicação e ciências da saúde.
Entre os cursos oferecidos estão: introdução à física de partículas; arte em jogo: museu e escola (curso a ser ministrado no Museu de Arte Contemporânea do Ibirapuera); educação midiática e práticas educomunicativas e como criar espaços culturais em saúde e aprendizagem ativa dos estudantes.
Além do próprio Instituto de Física, unidades como a ECA (Escola de Comunicação e Artes) e o Instituto de Química também serão utilizadas para o oferecimento das aulas.
Mais informações podem ser conferidas aqui.
(R7) Entre os dias 12 e 16 de janeiro de 2015, o Instituto de Física da USP (Universidade de São Paulo) irá promover o 9º Encontro USP-Escola. Durante a semana, serão oferecidos cursos e palestras gratuitas a professores da rede pública. Há vagas para 500 docentes interessados.
Os cursos a serem ministrados irão abordar temas vinculados às áreas de história, astronomia, física, química, comunicação e ciências da saúde.
Entre os cursos oferecidos estão: introdução à física de partículas; arte em jogo: museu e escola (curso a ser ministrado no Museu de Arte Contemporânea do Ibirapuera); educação midiática e práticas educomunicativas e como criar espaços culturais em saúde e aprendizagem ativa dos estudantes.
Além do próprio Instituto de Física, unidades como a ECA (Escola de Comunicação e Artes) e o Instituto de Química também serão utilizadas para o oferecimento das aulas.
Mais informações podem ser conferidas aqui.
USP anuncia curso de astrobiologia pelo Coursera
(Climatologia Geográfica) Após o anúncio oficial de parceria entre o Coursera e as duas universidades tradicionais brasileiras, a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a USP disponibilizou a lista de cursos online que serão oferecidos em 2015, entre eles um curso inédito de astrobiologia ministrado pelos professores Augusto Damineli, Elysandra Figueredo Cypriano e Rodrigo de Souza.
6 de jan. de 2015
Destaques na astronomia e viagens espaciais em 2015
(DW/O Povo) Dois eclipses solares e dois lunares, bem como encontro dos planetas Vênus e Júpiter no céu são deleite para os amantes da astronomia. Nas pesquisa sideral, sondas estudam asteroides, cometas, Plutão e mais além.
A maior atração astronômica de 2015 será o eclipse solar total, coincidindo pontualmente com o início da primavera no Hemisfério Norte. Na manhã de 20 de março, a sombra da Lua passa sobre o Atlântico Norte e o Mar Ártico. Numa faixa longa e estreita, o satélite cobre completamente o Sol, e durante alguns minutos o dia vira noite. Esse fascinante espetáculo celeste poderá ser admirado nas ilhas Faroe (Dinamarca) e em Svalbard (Noruega).
Em toda a Europa, no norte da África e no oeste da Rússia, o eclipse será visto pelo menos parcialmente. Nessas regiões, a Lua encobre uma parte grande do Sol. No ponto alto do fenômeno, o astro central fica parecendo um biscoito que levou uma mordida.
O segundo eclipse solar do ano não é total em nenhuma parte do planeta. Ele pode ser observado em 13 de setembro na África Meridional, no sul do Oceano Índico e em grandes áreas da Antártida.
Dois eclipses lunares totais
Em 2015, a Lua passa duas vezes pela sombra da Terra. Em 4 de abril, por volta das 12h00 UTC (hora universal coordenada), o eclipse é visível em todas as partes onde a lua cheia se encontra acima do horizonte, sendo boas as condições em todo o Pacífico, leste da Ásia e oeste da América do Norte. O escurecimento total dura 12 minutos. A fase parcial é, naturalmente, bem mais longa, começando às 10h15 e indo até as 13h45 UTC.
No segundo eclipse lunar total, o satélite terrestre fica completamente encoberto entre 2h10 e 3h23 UTC. Durante mais de uma hora, nenhum raio de sol incide diretamente sobre a superfície lunar. No entanto, como a atmosfera terrestre refrata parte da luminosidade, alguns raios rompem o cone de sombra da Terra e a Lua ainda estará visível no céu, numa luz mortiça, vermelho-cobre.
A fase parcial do eclipse vai de 1h06 a 4h27 UTC. O fenômeno é observável em toda a Europa, Ásia, América do Sul, no leste da América do Norte e em todo o Oceano Atlântico.
Encontro celestial
Em 6 de fevereiro, Júpiter, o maior planeta do sistema solar, estará em sua posição mais favorável do ano, sendo visto durante toda a noite. Depois do Sol, da Lua e de Vênus, ele é o corpo celeste mais claro no firmamento. O planeta segue visível no céu noturno nos próximos meses, até desaparecer na luz solar, em julho. Em setembro, volta a ornamentar o céu matutino.
Vênus estará mais brilhante ao anoitecer entre janeiro e julho, especialmente no Hemisfério Norte. Contudo, também no Hemisfério Sul não há como deixar de reparar na "estrela vespertina" no céu ocidental, de fevereiro a junho, logo depois do pôr-do-sol.
Em junho, o astro que traz o nome da deusa romana do amor se aproxima de Júpiter, alcançando-o em 1º de julho. Aí, os dois planetas mais claros estarão lado a lado, formando um belo par celeste. Em meados de agosto, Vênus transita entre a Terra e o Sol, passando então para o céu matutino. De setembro a dezembro, ele aparece como cintilante "estrela da manhã".
Em 26 de outubro, Júpiter e Vênus têm novo encontro, voltando a aparecer lado a lado no céu oriental, antes da aurora. Em seguida ambos contarão com a companhia do bem menos luminoso planeta Marte.
Visita terrestre a Plutão
Por mais atraente que seja a aparição desses astros no céu terrestre, este ano quem rouba o espetáculo é o planeta de luz mais fraca, Plutão. Ou melhor, ex-planeta, já que em 2006 a União Astronômica Internacional redefiniu seus critérios, e ele passou a ser classificado apenas como planeta-anão.
Seja como for, pela primeira vez o corpo glacial situado além da órbita de Netuno recebe visita terrestre. Em 14 de julho de 2015, a sonda New Horizons, da Nasa, passa a cerca de 10 mil quilômetros de distância dele e a 4,8 bilhões de quilômetros da Terra.
Nos meses em torno dessa data, a New Horizons fará numerosas fotografias de Plutão e de suas luas, além de analisar a composição de suas superfícies. Depois disso, a sonda espacial desaparece nas profundezas do cosmo, onde, até 2020, explorará "novos horizontes", ou seja, outros objetos celestes para além de Plutão.
Rosetta prossegue, Philae talvez
Bem mais perto de nosso planeta, a sonda espacial europeia Rosetta prossegue em sua missão. Durante todo o ano, ela acompanha o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Um dos momentos mais emocionantes será em agosto, quando o cometa toca o ponto de sua órbita mais próximo do Sol.
O astro central irradiará o cometa, então cinco vezes mais intensamente do que no início do ano. E esse bloco de gelo de mais de quatro quilômetros deverá entrar em grande atividade, liberando no espaço sideral grandes quantidades de gás e poeira. Rosetta acompanha esses eventos a uma distância de 50 quilômetros.
Com sorte, o robô Philae, que integra a missão Rosetta, vai se manifestar mais uma vez. Ele pousou no 67P/Churyumov-Gerasimenko em 12 de novembro de 2014. Por falta de irradiação solar, contudo, sua bateria se esgotou, e sua missão foi encerrada após apenas dois dias e meio.
Em agosto há chance de as células fotovoltaicas ficarem expostas a mais luz solar, dando fim à hibernação do Philae. Entretanto, após meses de frio extremo, de até 170 graus negativos, muitas peças mecânicas poderão estar totalmente congeladas, impedindo uma retomada dos experimentos.
Dawn pesquisa primórdios do sistema solar
Os cometas contêm material datando do nascimento do sistema solar, perfeitamente conservado, resquícios da nuvem que deu origem ao Sol e aos planetas, 4,5 bilhões de anos atrás. Assim, as medições da Rosetta e do Philae podem ser a chave para entender como nasceram a Terra e a vida em nosso planeta.
Asteroides também são vestígios dos primórdios do sistema solar, só que não tão distantes, circulando em torno do Sol entre Marte e Júpiter. Em março, a sonda da Nasa Dawn chega até Ceres, o maior asteroide de todos. Até o fim de 2015, ela vai circundá-lo e estudá-lo.
Cientistas alemães também participam dessa missão. O Instituto Max Planck de Pesquisa do Sistema Solar em Göttingen, por exemplo, controla a câmera da sonda cujo nome significa "aurora", em inglês. Três anos atrás, a Dawn já visitou o asteroide Vesta, e tem como missão pesquisar o que aconteceu nos primórdios do sistema solar.
Voo tripulado
Nos voos espaciais tripulados, a euforia em torno do trabalho do astronauta alemão Alexander Gerst na Estação Espacial Internacional (ISS) deu lugar a uma situação mais de calma. No momento, a italiana Samantha Cristoforetti é a representante da Agência Espacial Europeia (ESA) na estação.
A partir de março, dois dos tripulantes, um russo e um astronauta dos Estados Unidos, vão permanecer durante um ano na ISS, em vez de retornarem à Terra após seis meses. A intenção é praticar missões de longa duração e aprender como o ser humano enfrenta o estresse psíquico e físico do espaço sideral. Tais experimentos são pré-condição absoluta para futuras viagens tripuladas a Marte.
Para a Alemanha, no que toca às viagens espaciais, 2015 não deixa de ser um ano muito especial pelo menos no solo. Pela primeira vez em 25 anos, a ESA volta a ter um alemão como diretor geral: Jan Wörner, no momento ainda presidente do Centro Aeroespacial Alemão (DLR).
Efemérides astronômicas: de 01 a 10 de janeiro de 2015
(O Guardador de Estrelas) Segundo a segundo atravessamos 2014 e aqui estamos, em janeiro de 2015. Sejamos bem vindos, e vamos em frente!
O Sol, como sempre acontece nesta época do ano, está na constelação do Sagitário, ou seja, visto da Terra, está em conjunção com esta constelação. Portanto, as estrelas de Sagitário estão acima do horizonte durante o dia, atrás do Sol, invisíveis nessa época. Na tradição astrológica, no entanto, o signo vigente é o de Capricórnio.
Observação do céu ganha adeptos em toda a região
(O Vale) Observatórios de Astronomia da região estão caindo no gosto popular e atraindo cada vez mais pessoas que se interessam em olhar para o céu e entender o que são aqueles pontos luminosos que lá aparecem.
Três dos mais visitados observatórios da região receberam pelo menos 50% a mais de público no ano passado do que em 2013, saltando de 1.500 visitantes para cerca de 2.200.
Dois dos maiores observatórios estão em São José: o do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), cujas visitam voltam a partir de 15 de janeiro, sempre às terças-feiras, das 19h30 às 21h30, e o Observatório de Astronomia e Física Espacial da Univap (Universidade do Vale do Paraíba).
Este promove a atividade gratuita “Temporada de Observação do Céu”, no Campus Urbanova, na região oeste da cidade.
As visitas são gratuitas, abertas ao público e ocorrem todas às segundas-feiras, entre às 18h30 e às 21h. Interessados devem agendar as visitas em: observatorio@univap.br.
Jovens. Segundo o professor e coordenador do Observatório da Univap, Cássio Leandro Barbosa, 42 anos, a observação do céu atrai pessoas de todas as idades, mas cada vez mais jovens se interessam pelo tema.
Além de sessões de observação no telescópio da universidade, que pode ampliar um astro até 400 vezes, Barbosa dá palestras introdutórias sobre astronomia e a observação do céu.
Quanto ao interesse crescente para o tema, ele credita às históricas dúvidas que pairam sobre a humanidade.
“As pessoas ainda vêm aqui procurando respostas para as célebres perguntas: ‘De onde viemos e para onde vamos?’”, diz ele.
“Só posso responder mostrando o quão grandioso e complexo é o nosso universo, e o quanto se tem para ser explorado”, completa.
A universitária Marília Ambrósio, 19 anos, esteve no observatório em dezembro e gostou do que viu: “É bonito e desafiador”.
Ceramista é expert em foto astral
O ceramista Gilberto Jardineiro, 65 anos, contribui com os estudos astronômicos fazendo fotos de corpos celestes. Apaixonado por Astronomia desde a adolescência, ele se especializou em astrofotografia e montou um observatório em Cunha, onde mora, além de ser fundador do Astroclube Cunha. São deles incríveis imagens da Lua e de planetas.
Curso História da Astronomia (RJ)
A Astronomia é, possivelmente, a mais antiga ciência. Faz-se Astronomia, em um sentido amplo, desde que o mais remoto dos nossos antepassados olhou para os céus e se perguntou o que havia ali. Através deste curso, o aluno fará uma jornada de 7.000 anos de duração, que o trará da Suméria, onde hoje fica o Iraque, até os dias atuais, com paradas longas e construtivas na Grécia Antiga e no Renascimento, para visitar nomes famosos como Aristóteles, Pitágoras, Galileu Galilei e Johannes Kepler, entre outros.
O investimento é de R$30, incluindo certificado e material didático para acompanhar as aulas, que serão ministradas pelo astrônomo Bruno Mendonça.
As inscrições estão abertas a partir do dia 19/01 e deverão ser realizadas somente de forma presencial na recepção do Planetário da Gávea, de segunda a sexta, das 9h às 17h.
As vagas são limitadas. Mais informações pelo telefone (21) 2274-0046.
5 de jan. de 2015
Os principais eventos astronômicos de 2015
(Cássio leandro Dal Ri Barbosa - G1) Finalmente 2015 chegou e com ele chega também o post de Ano Novo com os principais eventos astronômicos de 2015! Por “principais” entenda aqueles que desde já vale a pena marcar no calendário para não esquecer e ir se preparando. Eu mesmo acabo esquecendo se não fizer isso, mas ao longo do ano vamos acompanhar tudo o que for possível de registrar!
O ano começa promissor, com esse rapaz do post aí embaixo, o cometa C/2012 Q2 Lovejoy, ou Lovejoy Jr. para os amigos. O cometa está cada dia mais brilhante e está em boas condições de visibilidade no céu (o céu é que não anda muito bom nas cidades pelas quais eu tenho passado) e a perspectiva é que ele continue aumentando de brilho até os primeiros dias de janeiro. Ele já pode ser visto a olho nu e a tendência é que essa condição melhore ainda mais.
Bom, vamos aos destaques de 2015.
Cometas observáveis - janeiro de 2015
01: Cometa 110P/Hartley em oposição a 1,494 ua.
01: Cometa 191P/McNaught em oposição a 1,705 ua.
01: Cometa 9P/Tempel em oposição a 3,112 ua.
02: Cometa C/2014 Q2 (Lovejoy) em oposição a 0,488 ua.
02: Cometa C/2014 F2 (Tenagra) no periélio a 4,314 ua.
02: Cometa C/2014 W3 (PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 5,476 ua.
03: Cometa 268P/Bernardi em sua máxima proximidade da Terra a 1,618 ua.
03: Cometa 271P/van Houten-Lemmon em sua máxima proximidade da Terra a 4,086 ua.
04: Cometa 37P/Forbes em oposição a 4,313 ua.
05: Cometa P/2005 T2 (Christensen) em oposição a 3,821 ua.
06: Cometa 116P/Wild em sua máxima proximidade da Terra a 2,233 ua.
06: Cometa 180P/NEAT em sua máxima proximidade da Terra a 2,259 ua.
06: Cometa C/2014 Q6 (PANSTARRS) no periélio a 4,223 ua.
07: Cometa C/2014 Q2 (Lovejoy) em sua máxima proximidade da Terra a 0,469 ua.
07: Cometa P/2014 U2 (Kowalski) em oposição a 0,624 ua.
07: Cometa P/2014 X1 (Elenin) no periélio a 1,815 ua.
07: Cometa C/2014 W3 (PANSTARRS) em oposição a 5,481 ua.
08: Cometa 132P/Helin-Roman-Alu em sua máxima proximidade da Terra a 1,801 ua.
08: Cometa 187P/LINEAR em oposição a 4,087 ua.
08: Cometa C/2013 W2 (PANSTARRS) no periélio a 4,448 ua.
08: Cometa C/2012 U1 (PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 4,982 ua.
09: Cometa 106P/Schuster em sua máxima proximidade da Terra a 1,509 ua.
09: Cometa C/2014 J1 (Catalina) em sua máxima proximidade da Terra a 1,959 ua.
09: Cometa P/2012 O2 (McNaught) em oposição a 4,294 ua.
09: Cometa 186P/Garradd em oposição a 4,558 ua.
10: Cometa P/2013 T1 (PANSTARRS) em oposição a 3,752 ua.
10: Cometa C/2014 B1 (Schwartz) em oposição a 10,064 ua.
11: Cometa 77P/Longmore em sua máxima proximidade da Terra a 2,776 ua.
11: Cometa 271P/van Houten-Lemmon em oposição a 4,097 ua.
11: Cometa P/2010 TO20 (LINEAR-Grauer) em sua máxima proximidade da Terra a 5,098 ua.
12: Cometa 72P/Denning-Fujikawa em sua máxima proximidade da Terra a 1,823 ua.
12: Cometa P/2013 R3 (Catalina-PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 2,374 ua.
12: Cometa P/2007 R2 (Gibbs) em sua máxima proximidade da Terra a 2,463 ua.
12: Cometa 100P/Hartley em sua máxima proximidade da Terra a 2,646 ua.
12: Cometa C/2014 Y1 (PANSTARRS) em oposição a 3,568 ua.
12: Cometa P/2010 TO20 (LINEAR-Grauer) em oposição a 5,098 ua.
13: Cometa 304P/Ory em oposição a 1,027 ua.
13: Cometa C/2014 W7 (Christensen) em sua máxima proximidade da Terra a 1,176 ua.
14: Cometa 201P/LONEOS no periélio a 1,339 ua.
14: Cometa 15P/Finlay em sua máxima proximidade da Terra a 1,392 ua.
14: Cometa 259P/Garradd em sua máxima proximidade da Terra a 2,677 ua.
14: Cometa 292P/Li em sua máxima proximidade da Terra a 2,778 ua.
14: Cometa 102P/Shoemaker em sua máxima proximidade da Terra a 2,986 ua.
14: Cometa C/2013 G9 (Tenagra) no periélio a 5,338 ua.
16: Cometa 259P/Garradd em oposição a 2,677 ua.
17: Cometa 119P/Parker-Hartley em sua máxima proximidade da Terra a 2,404 ua.
17: Cometa 189P/NEAT em oposição a 3,702 ua.
19: Cometa 11P/Tempel-Swift-LINEAR em oposição a 1,140 ua.
19: Cometa P/2013 R3 (Catalina-PANSTARRS) em oposição a 2,382 ua.
19: Cometa C/2014 B1 (Schwartz) em sua máxima proximidade da Terra a 10,052 ua.
21: Cometa 16P/Brooks em oposição a 1,602 ua.
21: Cometa 269P/Jedicke em sua máxima proximidade da Terra a 3,119 ua.
21: Cometa C/2014 C3 (NEOWISE) em oposição a 3,654 ua.
22: Cometa C/2014 J1 (Catalina) em oposição a 2,014 ua.
22: Cometa P/2001 H5 (NEAT) em oposição a 2,310 ua.
22: Cometa 269P/Jedicke em oposição a 3,119 ua.
23: Cometa 4P/Faye em sua máxima proximidade da Terra a 1,816 ua.
24: Cometa 119P/Parker-Hartley em oposição a 2,411 ua.
25: Cometa 222P/LINEAR em oposição a 1,626 ua.
27: Cometa 132P/Helin-Roman-Alu em oposição a 1,850 ua.
27: Cometa 102P/Shoemaker em oposição a 3,011 ua.
28: Cometa P/2014 V1 (PANSTARRS) no periélio a 2,521 ua.
28: Cometa P/2010 N1 (WISE) em oposição a 2,978 ua.
28: Cometa C/2012 U1 (PANSTARRS) em oposição a 5,007 ua.
29: Cometa 156P/Russell-LINEAR em sua máxima proximidade da Terra a 2,134 ua.
29: Cometa P/2007 R2 (Gibbs) em oposição a 2,506 ua.
29: Cometa 172P/Yeung em oposição a 3,414 ua.
29: Cometa 65P/Gunn em oposição a 3,646 ua.
30: Cometa 7P/Pons-Winnecke no periélio a 1,239 ua.
30: Cometa C/2014 Q2 (Lovejoy) no periélio a 1,290 ua.
30: Cometa P/2013 T2 (Schwartz) em oposição a 3,297 ua.
30: Cometa P/2006 G1 (McNaught) em oposição a 4,046 ua.
30: Cometa 1P/Halley em oposição a 33,006 ua.
31: Cometa 181P/Shoemaker-Levy em oposição a 1,921 ua.
31: Cometa C/2013 W2 (PANSTARRS) em oposição a 3,472 ua.
31: Cometa C/2013 W2 (PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 3,472 ua.
31: Cometa P/2013 N5 (PANSTARRS) em oposição a 4,350 ua.
01: Cometa 191P/McNaught em oposição a 1,705 ua.
01: Cometa 9P/Tempel em oposição a 3,112 ua.
02: Cometa C/2014 Q2 (Lovejoy) em oposição a 0,488 ua.
02: Cometa C/2014 F2 (Tenagra) no periélio a 4,314 ua.
02: Cometa C/2014 W3 (PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 5,476 ua.
03: Cometa 268P/Bernardi em sua máxima proximidade da Terra a 1,618 ua.
03: Cometa 271P/van Houten-Lemmon em sua máxima proximidade da Terra a 4,086 ua.
04: Cometa 37P/Forbes em oposição a 4,313 ua.
05: Cometa P/2005 T2 (Christensen) em oposição a 3,821 ua.
06: Cometa 116P/Wild em sua máxima proximidade da Terra a 2,233 ua.
06: Cometa 180P/NEAT em sua máxima proximidade da Terra a 2,259 ua.
06: Cometa C/2014 Q6 (PANSTARRS) no periélio a 4,223 ua.
07: Cometa C/2014 Q2 (Lovejoy) em sua máxima proximidade da Terra a 0,469 ua.
07: Cometa P/2014 U2 (Kowalski) em oposição a 0,624 ua.
07: Cometa P/2014 X1 (Elenin) no periélio a 1,815 ua.
07: Cometa C/2014 W3 (PANSTARRS) em oposição a 5,481 ua.
08: Cometa 132P/Helin-Roman-Alu em sua máxima proximidade da Terra a 1,801 ua.
08: Cometa 187P/LINEAR em oposição a 4,087 ua.
08: Cometa C/2013 W2 (PANSTARRS) no periélio a 4,448 ua.
08: Cometa C/2012 U1 (PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 4,982 ua.
09: Cometa 106P/Schuster em sua máxima proximidade da Terra a 1,509 ua.
09: Cometa C/2014 J1 (Catalina) em sua máxima proximidade da Terra a 1,959 ua.
09: Cometa P/2012 O2 (McNaught) em oposição a 4,294 ua.
09: Cometa 186P/Garradd em oposição a 4,558 ua.
10: Cometa P/2013 T1 (PANSTARRS) em oposição a 3,752 ua.
10: Cometa C/2014 B1 (Schwartz) em oposição a 10,064 ua.
11: Cometa 77P/Longmore em sua máxima proximidade da Terra a 2,776 ua.
11: Cometa 271P/van Houten-Lemmon em oposição a 4,097 ua.
11: Cometa P/2010 TO20 (LINEAR-Grauer) em sua máxima proximidade da Terra a 5,098 ua.
12: Cometa 72P/Denning-Fujikawa em sua máxima proximidade da Terra a 1,823 ua.
12: Cometa P/2013 R3 (Catalina-PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 2,374 ua.
12: Cometa P/2007 R2 (Gibbs) em sua máxima proximidade da Terra a 2,463 ua.
12: Cometa 100P/Hartley em sua máxima proximidade da Terra a 2,646 ua.
12: Cometa C/2014 Y1 (PANSTARRS) em oposição a 3,568 ua.
12: Cometa P/2010 TO20 (LINEAR-Grauer) em oposição a 5,098 ua.
13: Cometa 304P/Ory em oposição a 1,027 ua.
13: Cometa C/2014 W7 (Christensen) em sua máxima proximidade da Terra a 1,176 ua.
14: Cometa 201P/LONEOS no periélio a 1,339 ua.
14: Cometa 15P/Finlay em sua máxima proximidade da Terra a 1,392 ua.
14: Cometa 259P/Garradd em sua máxima proximidade da Terra a 2,677 ua.
14: Cometa 292P/Li em sua máxima proximidade da Terra a 2,778 ua.
14: Cometa 102P/Shoemaker em sua máxima proximidade da Terra a 2,986 ua.
14: Cometa C/2013 G9 (Tenagra) no periélio a 5,338 ua.
16: Cometa 259P/Garradd em oposição a 2,677 ua.
17: Cometa 119P/Parker-Hartley em sua máxima proximidade da Terra a 2,404 ua.
17: Cometa 189P/NEAT em oposição a 3,702 ua.
19: Cometa 11P/Tempel-Swift-LINEAR em oposição a 1,140 ua.
19: Cometa P/2013 R3 (Catalina-PANSTARRS) em oposição a 2,382 ua.
19: Cometa C/2014 B1 (Schwartz) em sua máxima proximidade da Terra a 10,052 ua.
21: Cometa 16P/Brooks em oposição a 1,602 ua.
21: Cometa 269P/Jedicke em sua máxima proximidade da Terra a 3,119 ua.
21: Cometa C/2014 C3 (NEOWISE) em oposição a 3,654 ua.
22: Cometa C/2014 J1 (Catalina) em oposição a 2,014 ua.
22: Cometa P/2001 H5 (NEAT) em oposição a 2,310 ua.
22: Cometa 269P/Jedicke em oposição a 3,119 ua.
23: Cometa 4P/Faye em sua máxima proximidade da Terra a 1,816 ua.
24: Cometa 119P/Parker-Hartley em oposição a 2,411 ua.
25: Cometa 222P/LINEAR em oposição a 1,626 ua.
27: Cometa 132P/Helin-Roman-Alu em oposição a 1,850 ua.
27: Cometa 102P/Shoemaker em oposição a 3,011 ua.
28: Cometa P/2014 V1 (PANSTARRS) no periélio a 2,521 ua.
28: Cometa P/2010 N1 (WISE) em oposição a 2,978 ua.
28: Cometa C/2012 U1 (PANSTARRS) em oposição a 5,007 ua.
29: Cometa 156P/Russell-LINEAR em sua máxima proximidade da Terra a 2,134 ua.
29: Cometa P/2007 R2 (Gibbs) em oposição a 2,506 ua.
29: Cometa 172P/Yeung em oposição a 3,414 ua.
29: Cometa 65P/Gunn em oposição a 3,646 ua.
30: Cometa 7P/Pons-Winnecke no periélio a 1,239 ua.
30: Cometa C/2014 Q2 (Lovejoy) no periélio a 1,290 ua.
30: Cometa P/2013 T2 (Schwartz) em oposição a 3,297 ua.
30: Cometa P/2006 G1 (McNaught) em oposição a 4,046 ua.
30: Cometa 1P/Halley em oposição a 33,006 ua.
31: Cometa 181P/Shoemaker-Levy em oposição a 1,921 ua.
31: Cometa C/2013 W2 (PANSTARRS) em oposição a 3,472 ua.
31: Cometa C/2013 W2 (PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 3,472 ua.
31: Cometa P/2013 N5 (PANSTARRS) em oposição a 4,350 ua.
Fundação Planetário e Light oferecem atividades para crianças durante as férias
(Fundação Planetário) Nos meses de janeiro e fevereiro, crianças entre 7 e 12 anos poderão aprender sobre o Universo e a Energia de uma maneira bem diferente. Fora da sala de aula e de uma forma lúdica, a Fundação Planetário e a Light vão realizar atividades culturais e educativas para a garotada durante o período de férias. O projeto terá início no dia 12 de janeiro, com duração de uma semana. O investimento é de R$ 190.
No Planetário da Gávea, as crianças vão passear entre estrelas e aprender conceitos básicos de Astronomia de uma forma alegre e dinâmica, capaz de cativar o interesse da garotada. O aprendizado continuará nas aulas com os astrônomos da Fundação, nas oficinas de artes visuais e de música e no show de ciência do projeto da Light, o Quanta Energia.
A criançada também será convidada a conhecer e aprender a cuidar da nossa casa, o planeta Terra. Durante a semana, serão apresentadas e desenvolvidas ações de sustentabilidade e conservação de energia. Além destas atividades, está incluído no roteiro uma visita ao Museu Light da Energia.
O projeto Brincando e Aprendendo Astronomia terá três edições, duas em janeiro e outra, de 2 a 6 de fevereiro, com duração de uma semana cada turma. Serão seis grupos, divididos em dois turnos, manhã e tarde. As inscrições serão realizadas de segunda a sexta, das 10h às 16h, pelo telefone (21) 96933-4000 ou pelo e-mail feriasnoplanetario@gmail.com. As vagas são limitadas. Garanta já a sua!
Serviço: Brincando e Aprendendo Astronomia
Início: 12/01
Horários: (manhã) 9h às 12h30 ou (tarde) 13h30 às 17h
Investimento: R$190,00 por criança
Duração: 1 semana
Inclui: Aula com os astrônomos do Planetário, oficinas de artes, oficina de sustentabilidade, visita ao Museu Light de Energia e show de ciência do projeto da Light Quanta Energia, lanche e seguro.
Contato e inscrições: De segunda a sexta, 10h às 16h, pelo telefone (21) 96933-4000 ou pelo e-mail feriasnoplanetario@gmail.com
Realização: Imagem Cultural
2 de jan. de 2015
O céu do mês – Janeiro 2015
(Sky and Observers) As magnificas noites que ocorrem nesta época do ano, faz com que em uma simples visualização do céu noturno, reconheçamos de forma imediata algumas constelações já disseminadas até mesmo nestas postagens mensais. Órion, Gemini, Taurus são exemplos a qual de imediato recordo-me com facilidade. Aproveitemos então a proximidade da Lua com a brilhante Aldebaran (magnitude 0.9) para reconhecer a forma fácil da constelação de Touro e também Regulus (magnitude 1.4) na constelação de Leão. Embora a ocultação de Urano prevista para 25 de janeiro seja possível acompanhar em grande parte da Ásia e Aldebaran (prevista para 29 próximo) ser visível somente em regiões do Ártico, outras poderão ser acompanhadas de noutras regiões do globo e quando possível mencionamos mensalmente algumas delas. A surpresa neste período, o Cometa C/2014 Q2 Lovejoy continuará sendo um dos objetos celeste mais fotografado nesta época e seu salto de brilho já invalida qualquer efeméride elaborada anteriormente.
1 de jan. de 2015
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